TEMPO ESTRANHO – Nesta terça-feira de Carnaval, dia 04/03/25, são 16h e o telemóvel marca 21 °C! Temos vivido um tempo fora do normal com um Inverno demasiado ameno e esta temperatura quase tropical no início de Março. Isto parece bom, mas não é.
APRESENTAÇÃO DO LIVRO – Com uma sala da Reitoria da Universidade do Porto completamente cheia decorreu, na passada quinta-feira, dia 27/02/25, com elevado nível, a anunciada apresentação do livro Vivências de Camilo Castelo Branco a Partir da sua Correspondência, tese de doutoramento de José Manuel de Oliveira. Intervieram na sessão o Dr. José Ribeiro, da editora Afrontamento, e os professores e investigadores da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Fernanda Ribeiro, Gaspar Martins Pereira e Conceição Meireles, tecendo rasgados elogios ao autor – e à sua obra –, que agradeceu muito sensibilizado e teve o cuidado de agradecer também às muitas pessoas que o ajudaram ao longo do seu trabalho. Em representação da câmara municipal esteve presente o Dr. Pedro Oliveira, vereador do pelouro da Cultura.
JORGE MOREIRA – Tenho muita
estima pelo Eng. Jorge Moreira (engenheiro informático ao serviço da câmara municipal). No livro acima referido
tem um agradecimento especial pelo "profissionalismo, esforço e cuidado na
construção da base de dados em Access", que "facilitou sobremaneira a
inventariação das existências camilianas". Parabéns!
PARQUE URBANO – Gastar 2 milhões de euros num parque urbano nas costas do Continente e do Lidl é não dar
a importância que deve ser dada ao dinheiro. Com meio milhão de euros fazia-se
um bom parque, escolhendo pessoa qualificada que tivesse gosto e respeito pelo meio
ambiente. As costas cegas e feias destes dois hipermercados (chamem-lhe lá o que
quiserem!) contrastam com tanto luxo. A nossa câmara é perdulária.
ROTUNDAS – Não façamos rotundas
caras. As rotundas, que agora são aos montes, precisam de ser bem feitas e ter vegetação baixa e não pedras nem outros
materiais. Rotundas-monumento devem ser poucas, amplas e mesmo boas. Na verdade, em Famalicão nem
sequer temos rotundas, temos
rotundinhas.
QUINTAS – Quantas quintas,
entendendo-se por tal a casa mãe e os terrenos agrícolas e florestais à
volta, ainda temos em Famalicão?
Catalogá-las e preservá-las é, ao mesmo tempo, respeitar os antepassados e
enriquecer o futuro. Donos que prezem o passado e o futuro fazem tudo o que for
possível para as conservar. Não é tarefa
fácil.
(Em Jornal de Famalicão, 06/03/25)
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