CRUZ – A3 não pode ser! Não podemos aceitar, passivos, que a entrada na A3 em Cruz, pelo menos na direcção de Braga/Valença, seja uma espécie de guilhotina. Má visibilidade e entrada directa na auto-estrada. É um enorme risco. Por sua vez, a saída em Cruz da A3, especialmente para quem vem para Famalicão, é outro enorme perigo. Faz falta ali uma arranjo urgente. Município de Famalicão, IP e Brisa têm de se entender!
ZONA INDUSTRIAL DE CRUZ/JESUFREI – Aproveitando certamente a entrada de Cruz na A3, cresce a toda a velocidade uma zona industrial e de serviços ali à volta. A ideia que nos fica é que cresce sem planeamento e, assim, sem cuidar do ordenamento do território e do ambiente. Espero estar enganado.
REABILITAÇÃO URBANA – Causa tristeza a situação da cidade no cruzamento da Iris. Esta antiga estação de serviço e, ao mesmo tempo, local de um restaurante famoso no país, degrada-se continuamente. Do outro lado, a degradação invade a antiga A Eléctrica. E como se não bastasse, umas paredes ao alto, recentemente pintadas, encobrem o buraco que um incêndio deixou no edifício onde funcionava o restaurante Os 7 Velhos.
GREVES DOS ENFERMEIROS – Temos greves nos serviços públicos por todos os lados. É de lamentar que estes profissionais não se importem de lesar os cidadãos que lhes pagam com os seus impostos. Lesar os cidadãos na saúde, quanto aos enfermeiros e médicos. Mas também lesam outros direitos muito importantes aqueles que fazem greves nos transportes, na justiça, na educação, etc..
GREVE NOS SUPERMERCADOS – A greve que me merece simpatia é a que está anunciada nos grandes supermercados, pois aí exploram-se fortemente as pessoas que lá trabalham para aumentar os lucros de uns poucos que nem conhecemos. E esta greve é a única que é corajosa, pois quem faz greve, no sector privado, põe em risco o seu posto de trabalho.
HISTÓRIA DO CONCELHO DE FAMALICÃO – Será possível fazer a história político-administrativa da criação do nosso concelho sem fazer a história do concelho de Barcelos? Parece-me difícil. Só cruzando ambas se poderá tirar conclusões seguras.
(Em Opinião Pública, 13/12/18)