terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Parcerias público-privadas
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Participação democrática
Famalicão tem poucos cidadãos activos e, por isso, a democracia famalicense é pobre. A câmara municipal agradece; o município de Vila Nova de Famalicão não!
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
De novo o PPACCVNF
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
O edifício do Colégio Camilo Castelo Branco
Votei a favor por entender que o património do município ficava enriquecido e que teríamos ali um espaço útil para alojar serviços que andavam (e andam) dispersos por edifícios arrendados e que nos custavam (e custam) bom dinheiro.
P.S.: A Igreja Matriz Nova e o centro paroquial foram cercados pela câmara municipal, desde a semana passada, com uma alta rede para efeito de obras na Rua Manuel Pinto de Sousa. Podiam ter deixado um ou dois acessos. Entretanto, todos vamos estar atentos para ver quanto tempo demoram as obras. Uma semana, o máximo duas, chegava. Por sua vez, o velho edifício do colégio, de que acima falámos, vai ao menos ter passeio, coisa que ele nunca viu.
(Em O Povo Famalicense)
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Em defesa do casamento
Mas o pior ainda é que querem fazer esta modificação profundíssima da lei sem ter em conta a vontade dos portugueses. Ao menos isso. Ao menos tenham respeito pela vontade dos cidadãos e consultem-nos.
Importa dizer, neste contexto, que compreendo que pessoas do mesmo sexo queiram ter direitos parecidos com os que têm as pessoas casadas, nomeadamente sucessórios, e que assim lhes seja concedido um estatuto que agora não têm. Mas para isso não é preciso modificar a noção de casamento. Há outras formas de obter o mesmo efeito. É por isso que lutarei pelo casamento tal como o Código Civil actual o consagra e trabalharei por promover uma petição a favor do referendo nesta matéria. Ela está já em movimento.
domingo, 15 de novembro de 2009
PPACVNF
- Promover o desenvolvimento harmonioso do conjunto urbano que constitui a área central da cidade e assegurar a sua articulação com os espaços confinantes de construção mais recente, visando a salvaguarda dos valores arquitectónicos e culturais que caracterizam a memória colectiva e constituem os elementos estruturantes da fisionomia da cidade
- Manter os edifícios, no seu todo ou em parte, sempre que estes possuam qualidade arquitectónica ou se integrem em conjuntos com características definidoras de determinada época
- Promover a multifuncionalidade do centro urbano
- Conservar e promover a reabilitação dos edifícios, conjuntos e espaços públicos relevantes, através da sua reestruturação formal e funcional, quer para a preservação da imagem da cidade, quer para o reforço da sua qualidade urbana
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Balanço
Entretanto, o CAE (lembram-se), que muito mal funcionou, certamente caiu e o proclamado espírito de abertura ao exterior também. Por Famalicão, terei de lutar à margem do PS local. Não deixarei de o fazer na medida da minha disponibilidade de tempo. Gosto muito do meu município!
P.P.S.: Dizem-me que o funcionamento das urgências do Hospital de Famalicão deixa muito a desejar. Acresce que estacionar naquela zona ainda que seja para acompanhar pessoa que está a ser atendida é praticamente impossível. Que se passa?
domingo, 1 de novembro de 2009
Tudo tem o seu tempo
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Eleições e lições
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Resultados das eleições na imprensa local
Em Famalicão, de terça a sexta-feira, sai um jornal local em cada dia. Todos eles se proclamam independentes. Na terça-feira, dia 29, O Povo Famalicense titulava em primeira página: "PS 'conquista' concelho" e destacava, sobre rectângulos de fundo rosa e laranja, respectivamente: "PS – 44,82%; PSD – 29,6%". A página 4 dava os resultados de todas as listas concorrentes em todas as freguesias.
Na sexta-feira, dia 2 de Outubro, o Jornal de Famalicão abria a primeira página com um mapa a cores das freguesias do concelho, permitindo visualizar a tendência de cada freguesia e o título era "E de rosa se vestiu". Na página 4, fornecia aos leitores os resultados por freguesias.
É em tempo de eleições que se vê de que lado estão os jornais. Cidade Hoje foi claro e tomou partido, mas, a meu ver, pecou por excesso de zelo. Não precisava de ir ao ponto de sonegar informação aos famalicenses. Não havia necessidade. Até porque os resultados das legislativas não se podem transportar sem mais para as autárquicas. São eleições diferentes.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Obras nos passeios
Entretanto, os passeios são largos (mas não serão demasiado largos para uma zona que deveria privilegiar o acesso de veículos ao hospital?) e o piso é cómodo. Mas será boa ideia pôr piso de alcatrão pintado com tinta vermelha para só ficarem mais bonitos? Não parece a todos que isto é apenas obra para as eleições locais que se avizinham? Já viram a publicidade a estas obras colocada nos quatro cantos da cidade desde há vários meses?
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Um debate manco?
Ora, fazer um debate destes sem a presença do candidato e actual presidente da câmara significa fazer um debate manco. Interroguei a razão e a que me foi dada foi muito pobre: o candidato–presidente só participa em debates na rádio. Que participe nos debates das duas rádios locais tudo bem. Que não participe no debate organizado por iniciativa de um jornal local, tudo mal.
Não foi esse o espírito do debate que em 1976, no início da actual era de democracia local, juntou no Cine–Teatro Augusto Correia o Eng.º Pinheiro Braga, Raul Tavares Bastos, o Eng.º Artur Sousa Lopes e José Carlos Marinho.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Programas eleitorais e mérito
P.S.: O texto publicado na semana passada foi a adaptação de um texto publicado no jornal Público em 26/08/09 e só por lapso não foi dada essa informação.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Um padre à frente de uma assembleia municipal?
Vejamos o que se passa nas assembleias municipais em geral e também na famalicense, focando alguns aspectos particularmente sensíveis. Os presidentes das assembleias municipais fazem questão de ter, sempre que podem (a maioria relativa quando acontece obriga, por vezes, a ceder), uma mesa composta por membros da mesma cor. A ideia de colocar, na composição da mesa (que tem três membros), um vogal da oposição, como seria natural, é muito raramente seguida. Essa má prática reflecte-se frequentemente na condução autoritária dos trabalhos.
O presidente da assembleia procurará fomentar a discussão de temas de interesse municipal e tomará a iniciativa de promover alguns deles. Não serão reuniões da assembleia, serão debates promovidos por esta sobre assuntos de interesse municipal. Qual é o município que não tem assuntos que devam ser debatidos com a devida antecipação e fora do ambiente mais formal das sessões? Não se trataria de esvaziar estas, tratar-se-ia de lhes dar mais conteúdo. Também é muito rara essa prática no nosso país.
Um presidente da assembleia municipal terá o cuidado de enviar, antes das reuniões, uma nota à imprensa para dizer os assuntos que irão ser debatidos, fomentando a participação dos cidadãos, e no fim de cada reunião dará uma informação sucinta, mas útil, sobre o que de mais relevante se tiver passado.
Digam-me quantos municípios (Lisboa é uma excepção) dão, nas suas páginas, um lugar à oposição? E, já agora, quando teremos presidentes da assembleia municipal que, para marcar uma certa independência, se abstenham nas votações da assembleia? Mal de uma assembleia municipal que, para aprovar uma deliberação, precise, em regra, do voto do presidente. A abstenção dar-lhe-á um estatuto especial e todos compreenderão que ele vote (no sentido que entender) quando tiver de usar o voto de qualidade ou quando a deliberação precise do seu voto para ser tomada por unanimidade.
Esperemos pelos programas dos partidos e outras forças políticas para ver o que dizem sobre as assembleias. O desafio está lançado.
(Em O Povo Famalicense – adaptação de um texto publicado no jornal Público, 26/08/09)
terça-feira, 4 de agosto de 2009
O boletim oficial de propaganda de 2009
A propaganda mostra-se no facto de, ao longo das 62 páginas do boletim, não haver lugar para "informação" sobre coisas que correram menos bem. Tudo são coisas boas, feitos "notáveis" da câmara ou à volta dela.
(Em Notícias de Famalicão, 04/08/09)
terça-feira, 28 de julho de 2009
Cedências e contrapartidas
Repare-se que não se trata de dar aos proprietários a capacidade construtiva permitida pelas leis e regulamentos em vigor. Por essa, os proprietários não fazem cedências de terrenos, como é natural. O que leva os proprietários a ceder sem receber dinheiro é a garantia de que vão obter uma capacidade construtiva acima da permitida (por exemplo, construir mais pisos do que aqueles que permite o PDM ou construir em zona verde), comprometendo-se a câmara a arranjá-la. Se tal não acontecer, os proprietários ficam com o direito de obter do município uma indemnização já calculada no próprio negócio. Esta é uma prática que, ao que parece, alguns municípios fazem e que o nosso também segue. O problema é saber se isso é legal. O debate será assim fundamentalmente jurídico, mas em termos acessíveis para que qualquer cidadão possa perceber o que está em causa e fazer perguntas. Será convidado um jurista qualificado nesta matéria e será bom que esteja também presente um jurista do município.
(Em Notícias de Famalicão, 28/07/09)
terça-feira, 21 de julho de 2009
Opinião pública
P.S.: Tenho assuntos interessantes (a meu ver) para tratar, mas não tenho tempo.
P.P.S.: Parabéns ao FAC por ter o Dr. Gouveia Ferreira como presidente!
terça-feira, 14 de julho de 2009
Somos réus!
Prometi contar a história e cumpro, ainda que em traços largos e poucas palavras. Uma senhora bem conhecida, mas cujo nome omitimos –fundamentalmente porque já faleceu –, proprietária dos prédios que constituíam a Quinta da Vila de Baixo da Poça da Vila, com 83.000 m², e também da Bouça de Talvai, situados na parte norte da freguesia de Vila Nova de Famalicão, cedeu gratuitamente a nós famalicenses 38.875 m² da quinta para construção das instalações da Universidade Lusíada (CEUL).
Assim, para o caso de não ser possível por razões imputáveis a nós famalicenses a construção de qualquer dos blocos previstos no contrato, obrigámo-nos a indemnizar a dona dos prédios ou quem deles fosse proprietário ao tempo da reclamação da indemnização com a quantia de três mil contos, moeda de então, por cada 130 m² de construção não autorizada.
Pois então veio agora, há menos de um ano, a proprietária dos terrenos, que já não é a senhora cujo nome omitimos, mas a sociedade Urbanização de Talvai, colocar-nos em tribunal, dizendo que não pode construir o que pretende e ficou acordado, pois o nosso PDM não permite e isso por culpa nossa que não o modificamos ("arredando as limitações construtivas") de modo a poder construir-se o que a tal sociedade pretende.
P.S.: Decorreu, com uma participação fora do comum, a apresentação do livro A Rua Direita, de Álvaro Rocha Vasconcelos. Combinei com o autor fazer-lhe algumas perguntas a partir deste local para responder, se assim o entender, no número seguinte deste jornal. A pergunta desta semana versa a troca de correspondência literária que ocorreu na imprensa local em 1917 e 1918 a partir das crónicas de um tal Samuel. Do que se tratou afinal?
terça-feira, 7 de julho de 2009
Réus
P.S.: Agradeço ao Dr. Camilo Freitas as referências amigas que me fez, juntamente a outros famalicenses, num texto recente do Cidade Hoje. Permita-me que recorde outro famalicense que se destaca em Braga: Armando Varela, empresário, dono de uma das melhores padarias do Minho, oferecendo aos clientes a qualidade do pão tradicional. Visitem Moinho de Pão, junto ao Tribunal Judicial de Braga. Vale a pena!
(Em Notícias de Famalicão, 07/07/09)
terça-feira, 23 de junho de 2009
Urbanização à volta do parque: o chouriço e o porco
P.S.: A cidade nos meses de Maio e Junho tem um cheiro a tília muito agradável. Que pena não haver mais tílias!
sábado, 20 de junho de 2009
O comércio da cidade
Hotel Garantia
Brufe e o Marão
Prédios abandonados
P.S. – Não basta lançar um nome (um bom nome) para a presidência da câmara de Vila Nova de Famalicão. É preciso trabalhar e o candidato, rodeado de uma boa equipa, tem de mostrar o que quer e apontar o que está mal. Doutro modo esquece e não conquista a confiança dos famalicenses.
Há alternativa
Fonte dos Pelames
P.S.: Já se atentou na confusão de trânsito, em dias de semana, na Rua Norton de Matos junto aos novos serviços de urgência do hospital? E estes serviços ainda nem sequer começaram a funcionar…
Associação Comboios do Século XXI
Os interessados podem consultar o endereço do blogue da associação ou ainda entrar em contacto através do e-mail acoliveir@gmail.com.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Eleições (VIII)
Continuo a estar com as reformas do actual Governo e gostaria de saber as propostas concretas dos outros, principalmente do PSD e do Bloco de Esquerda, para poder escolher. Eu não tenho o meu voto dado antecipadamente e nada me impede de o mudar se me convencer que há uma melhor alternativa de governo. Mas se essa alternativa for a de prometer facilidades, prometer dinheiro em abundância para resolver os problemas da saúde, da educação, da justiça, da segurança e ao mesmo tempo baixar impostos, não acredito.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Eleições (VII)
2. Li com atenção a entrevista de Jorge Carvalho a O Povo Famalicense. Uma boa entrevista (das melhores que se tem publicado na nossa imprensa nos últimos anos), estando de parabéns a entrevistadora e o entrevistado. Não a vejo, de nenhum modo, como um ataque contra o PSD, mas antes como uma entrevista por Famalicão e por um PSD fiel aos seus princípios fundadores.
3. Quando no início do ano comecei a escrever sobre eleições neste jornal a pensar nos três actos eleitorais que vão decorrer, estava longe de pensar que iria ser convidado para ser mandatário distrital de uma das principais candidaturas às eleições europeias. Fui convidado e aceitei. De há muito que me sinto um português que defende uma Europa cada vez mais forte e solidária. Sem uma tal Europa não teremos todos nós, cidadãos europeus, um papel decisivo na política mundial, sendo que o mundo é cada vez mais a nossa casa comum. Não deixemos os problemas do nosso planeta só nas mãos dos Estados Unidos, da China e de outras potências. Defendamos uma Europa unida e o Tratado de Lisboa, votando no dia 7 de Junho.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Parque da cidade: continuamos sem informação
No entanto, acabámos de consultar a página e o que encontrámos foi um vídeo com o senhor presidente da câmara a discursar e o texto desse discurso. Nada de desenhos ou de vídeo. Ou seja, o principal para formar um juízo sobre o parque não está lá, nem está facilmente acessível em lado nenhum. Não é assim que se procede e a oposição parece muito desatenta ou conformada. Eu não me conformo. Cumpram o dever de informar quanto antes para que possamos ter uma opinião devidamente fundamentada. Enquanto tal não suceder, muitas perguntas continuam por responder.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Parque da cidade: informação!
P.S.: Já repararam numa loja do Shopping Town sobre temas da nossa terra?
terça-feira, 5 de maio de 2009
Eleições locais (VI)
Em períodos normais, o desejável é que o PS ou o PSD governem estavelmente. Esse governo estável implica para o PS maioria absoluta, pois não pode contar com os seus partidos à esquerda. Estes (PCP e BE) ficam mais contentes quando nas eleições ganha o PSD do que quando ganha o PS. Não há possibilidade de alianças sérias com eles.
P.S.: Em vez de deixar quieto o que estava mais ou menos bem (salvo irregularidades do piso), a câmara municipal resolveu mexer na Rua de Olivença e na Rua Cupertino de Miranda para fazer uma "intervenção urbana". Teve a câmara ao menos em consideração que ali existe um hospital e que junto deste o acesso de ambulâncias e, em certos casos, de automóveis é absolutamente prioritário? Duvidamos!
(Em Noticias de Famalicão, 05/05/09)terça-feira, 28 de abril de 2009
25 de Abril
Tenho muito pena, entretanto, que o nosso capitão de Abril, José Luís Bacelar Ferreira, tenha deixado de ser um convidado, com lugar especial, nestas cerimónias. As razões que determinaram esse afastamento não honram nem o PSD, que tomou essa iniciativa por meras razões político-partidárias, nem o PS e demais partidos que tal consentiram. Esta discriminação tem ainda mais significado num ano que se homenagearam os presidentes da câmara depois do 25 de Abril.
(Em O Povo Famalicense, 28/04/09)
terça-feira, 14 de abril de 2009
Podas estranhas
(Em Notícias de Famalicão, 14/04/09)
terça-feira, 17 de março de 2009
Eleições locais (V) – Política é coisa séria
Estamos em 2009 e o Jornal de Famalicão de 6 de Março apresentava em primeira página uma expressiva e desoladora fotografia relativa à Quinta da Devesa e perguntava: "Onde está o pulmão da cidade?". Entretanto – e pelo que se vai sabendo – está em preparação um parque da cidade sem ambição. Um parque de segunda!
P.P.S.: Os passeios da cidade são lugares de alto risco! Vejam bem onde colocam os pés, pois os buracos estão à espreita para nos deitarem ao chão sem contemplações.
(Texto atrasado no envio à redacção)
terça-feira, 3 de março de 2009
Eleições locais (IV) – Há movimento
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Eleições locais (III) – Passos necessários
Fez bem Reis Campos com o PS ao reunir várias centenas de pessoas num jantar no passado sábado (jantar pago por cada comensal, como mandam as boas práticas). É um sinal de que está em marcha um movimento que vai para além do próprio partido e no qual muitos famalicenses depositam esperança. Não se pode dizer, pois, que não há alternativa em Famalicão. O que se pode dizer é que esta alternativa tem muito trabalho pela frente. Existe, por exemplo, um site de pré-campanha através do qual se possa acompanhar as ideias e a actividade por ela desenvolvida ?
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Eleições locais (II) – Muito silêncio
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Eleições locais – Os cidadãos e as eleições
Do lado do PS, o trabalho parece estar no terreno e a candidatura de Reis Campos permite esperar uma boa lista e um bom programa, mas estamos a falar apenas de "parece" e de "esperança", pois de concreto sabe-se ainda muito pouco.