Não sei se os leitores sabem, mas nós famalicenses somos réus numa acção intentada por uma sociedade de construção civil e actividades imobiliárias que corre seus termos no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga.
Nessa acção a sociedade pede ao juiz que nos condene a pagar mais de três milhões de euros por prejuízos causadosEla exige-nos essa quantia acrescida de juros legais, pois nós, através de um contrato celebrado em 1996, prometemos-lhes uma determinada capacidade construtiva em troca da cedência gratuita de terrenos para a sede da Universidade Lusíada (que nunca mais foi construída) e não lha demos. Como imaginam essa capacidade construtiva não era permitida, mas nós comprometemo-nos a fazer o que fosse necessário para permitir.
Fizemos um contrato ruinoso, subscrito por quem nos representava na altura e agora estamos a sofrer as consequências.
Tenciono contar esta e outras histórias relacionadas nas próximas semanas.
António Cândido de Oliveira
PS – Agradeço ao Dr. Camilo Freitas as referências amigas que me fez, juntamente a outros famalicenses, num texto recente do Cidade Hoje. Permita-me que recorde outro famalicense que se destaca em Braga: Armando Varela, empresário, dono de uma das melhores padarias do Minho, oferecendo aos clientes a qualidade do pão tradicional. Visitem “Moinho de Pão” junto ao Tribunal Judicial de Braga. Vale a pena!
PPS – Tem lugar hoje à noite a apresentação do livro do Dr. Álvaro Vasconcelos sobre a Rua Direita, na própria Rua Direita. Não deixem de passar por lá.
7.7.09
Notícias de Famalicão
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