A primeira pedra da cooperativa Mais Plural foi lançada, no dia 15 de Dezembro, com a presença do Primeiro-Ministro, José Sócrates, ligado por laços de família a Famalicão, na freguesia de Gavião.
(Em O Povo Famalicense, 27/12/07)
A primeira pedra da cooperativa Mais Plural foi lançada, no dia 15 de Dezembro, com a presença do Primeiro-Ministro, José Sócrates, ligado por laços de família a Famalicão, na freguesia de Gavião.
(Em O Povo Famalicense, 27/12/07)
O último Alfa Pendular para Braga parte de Lisboa (Santa Apolónia) às 19h e chega a Famalicão às 22h18 (pouco mais do que três horas de viagem). A estação a essa hora está já fechada. A saída dos passageiros é pela porta lateral e não são muitos. A continuarem as coisas assim, por quanto tempo vai a CP anunciar que o Alfa pára em Famalicão? Queremos perder este benefício?
(Em O Povo Famalicense, 13/11/07)
1. As sessões das "Quartas do Povo" que decorrem na última quarta-feira de cada mês não se esgotam no dia em que ocorrem. Elas chegam a milhares de leitores pelas notícias e, por vezes, comentários, que delas são dadas, no número seguinte de O Povo Famalicense.
2. A sessão do dia 31 de Outubro sobre transportes públicos foi particularmente rica e merece alguns comentários que faço, já não como moderador, mas como alguém que participou na sessão e dela também colheu ensinamentos.
3. A intervenção do docente da Universidade do Minho, Eng.º Paulo Ribeiro, fez o devido enquadramento da questão, sublinhando a importância do transporte público actualmente e no futuro. É preciso fomentar o transporte colectivo em detrimento do transporte individual. O trabalho do Eng.º Paulo Ribeiro devia ser publicado, dado o interesse que possui.
4. O Dr. Jorge Paulo Oliveira, vereador do pelouro dos transportes, é um político atento e participativo. Na minha opinião, é o mais qualificado membro da maioria na câmara e o que melhor conhece os problemas do concelho. Porventura, um culto excessivo do que entende ser a fidelidade partidária impede-o de dizer o que pensa sobre muitos problemas actuais do nosso concelho. Nesta sessão fez uma intervenção curta, como lhe foi pedido, mas com muita habilidade tentou devolver o problema dos transportes para a esfera nacional, lembrando a responsabilidade de sucessivos governos nacionais (independentemente da cor partidária) e minimizando a responsabilidade local. Mas, como sublinhou Paulo Ribeiro, a política nacional, que deve existir nesse âmbito, não exclui nem dispensa uma política local e nomeadamente municipal de transportes, nem a responsabilidade das empresas que actuam no sector.
5. O administrador delegado da Arriva, Manuel Oliveira, que dá a cara e sabe do que fala, sempre defendendo, como é natural, os interesses da sua empresa, chamou a atenção para diversos problemas, entre eles o de uma legislação obsoleta. Legislação ainda de 1948!
6. No debate muito animado que decorreu, Carlos Sá criticou certeiramente, a meu ver, a câmara de Famalicão por não investir o suficiente no transporte público. O exemplo oposto de Braga que indicou foi objecto de resposta contundente por parte do vereador Jorge Paulo. O tempo não permitiu um melhor esclarecimento deste ponto.
7. Ainda durante o debate, o presidente da junta de freguesia de Lousado, lutando pelos interesses da sua autarquia, questionou a falta de uma ligação dos TUF entre a sede do concelho e aquela freguesia. Não compreende essa falta e eu também não.
8. Também o Dr. Martins de Araújo, presidente de uma associação de pais, trouxe à discussão (aliás, viva) o modo como decorre o transporte escolar. Este é um problema a merecer só por si uma sessão do "Povo".
9. Outros participantes fizeram ainda intervenções que apenas por brevidade aqui omitimos. Vejamos ainda, de modo breve, alguns problemas que esta sessão pôs na mesa ou leva a reflectir, demonstrando que estas sessões são do maior interesse para o concelho. Podem não resolver problemas, mas impedem que sobre eles reine o silêncio e enriquecem, ao mesmo tempo, a nossa democracia participativa.
10. É preciso fazer a ligação contínua entre a estação da REFER e a estação rodoviária. Não basta fazer passar alguns TUFs pela estação da cidade, é preciso estabelecer um "serviço combinado com a CP", como dantes se dizia.
11. É preciso também que todos tenham consciência de que a falta na Avenida Humberto Delgado de uma ligação directa à central de camionagem obriga os veículos a ir à Rotunda da Paz e regressar, percorrendo anualmente mais de 120.000 km (!) de trajecto escusado.
12. A central rodoviária está hoje mal localizada e é, pela sua estrutura, mais uma paragem central de camionagem do que uma verdadeira estação.
13. A estação da REFER tal como está hoje envergonha os famalicenses e deveria envergonhar mais ainda os responsáveis pela administração do concelho que não tiveram asas para fazer dela uma grande "estação com vida", como a REFER pretendia. O PS e a actual maioria devem partilhar as responsabilidades por tal facto. O PS não teve visão, o PSD/PP muito menos. A estação da cidade é mais um apeadeiro do que uma verdadeira estação.
14. Era interessante conhecer as cartas entre a REFER e suas filiadas e a câmara de Famalicão sobre o projecto da estação. Onde estão elas? Podem ser divulgadas?
15. Não se compreende que os horários e trajectos dos TUF e das restantes empresas de transportes não sejam largamente divulgados e afixados em diversos locais e, desde logo, que não estejam no site do município.
16. Não houve oportunidade, pela falta de comparência do representante da CP, ainda que justificada, para falar de problemas do cada vez mais procurado transporte ferroviário. É assunto que não pode ser também esquecido.
17. E muito mais haveria a dizer, se o tempo e o espaço o permitissem.
(Em O Povo Famalicense, 06/11/07)
Perante uma pelo menos aparente apatia geral dos famalicenses, a assembleia municipal vai aprovar, esta semana, nomeadamente:
2. Uma rede viária dentro do Parque da Devesa antes de se debater publicamente o Plano de Pormenor que está a ser elaborado (o carro à frente dos bois);
3. A declaração de interesse público municipal da execução da "cidade desportiva" numa área de quase 267 918 m² (mas afinal é para fazer já? E o referendo local?).
(Em O Povo Famalicense, 27/11/07)
O direito do urbanismo determina que o crescimento de uma cidade deve fazer-se com planeamento e discussão pública. Doutro modo, o crescimento é ilegal. Mas é claramente na ilegalidade que vive o urbanismo na nossa cidade, para não falar do concelho. A táctica é a do facto consumado. Vão dois exemplos: o local previsto para o Parque Urbano da Devesa e os terrenos envolventes, nomeadamente junto da Av. Humberto Delgado, estão a ser continuamente modificados e urbanizados sem que tenha havido um plano elaborado e aprovado e muito menos discussão pública. A imprensa desta semana anunciava (vejam só!) a aprovação pela câmara do traçado de uma via no futuro Parque da Devesa sem que tenha existido qualquer preocupação com a discussão pública.
A maioria governa de modo desastrado e não tem oposição à altura!
(Em O Povo Famalicense, 20/11/07)
Temos muitas razões para ter orgulho no nosso concelho. É um dos principais do país, tendo mais de 120 mil habitantes e mais de 200 km². Está entre os 20 principais concelhos do país (18.º) e, se exceptuarmos os principais concelhos da Grande Lisboa e do Grande Porto, está em 5.º lugar! Ao nosso lado, concelhos como os da Trofa ou Vizela são miniaturas.
(Em O Povo Famalicense, 18/09/07)
É obrigatório ler a entrevista ao O Povo Famalicense de Manuel Oliveira, director-geral da Arriva, para perceber melhor o problema dos transportes colectivos no nosso concelho e não só. Podemos discordar de um ponto ou outro da entrevista, mas não a podemos ignorar. É a partir dela que deveremos tentar melhorar os transportes colectivos/públicos entre nós.
(Em O Povo Famalicense, 30/10/07)
Para ver o nosso urbanismo não é preciso sair do centro da cidade nem da sua via central, a velha Estrada Real Porto–Braga, depois designada até há poucos anos por Estrada Nacional n.º 14 e, hoje, um conjunto continuado de ruas. Coloquemo-nos junto ao Supermercado Bandeirinha, a 200 metros da câmara municipal. Para Sul, em direcção ao Porto, as ruas e os passeios estão cuidados e anda-se relativamente bem a pé até à rotunda D. Sancho I. Para Norte, temos logo uma rua (Senador Sousa Fernandes) com um mini-passeio, que obriga a fila indiana do lado nascente e, como se isto não bastasse, ocupado em parte com silvas. Depois chega-se à rotunda de Santo António, a menos de 200 metros, que, pura e simplesmente, despreza quem anda a pé, obrigando a perigosas travessias ou a subir para uma ponte mal amanhada. E quem pretender continuar para Norte em direcção a Braga, para o novo tribunal, é melhor nem pensar. Assim se planeia (?) o urbanismo entre nós.
(Em O Povo Famalicense, 23/10/07)
O painel de uma empresa imobiliária acabado de colocar, em frente à câmara municipal, deve suscitar a melhor atenção. Não está em causa uma intervenção urbanística naquele importante local. O que está em causa é saber o que vai surgir. Nada ali deve ser feito sem uma intervenção de conjunto, ou seja, sem um planeamento adequado. Alguém sabe algo sobre isso? Temos o direito de saber e de dar opinião.
Durante a semana passada tive a oportunidade de provar pão de diversas zonas do país e de verificar desse modo como aquele que se come no nosso concelho (particularmente na cidade) deixa muito a desejar. Digam-me: onde há pão de qualidade em Famalicão? Aquele pão que nos dias seguintes ainda é bom!
(Em O Povo Famalicense, 09/10/07)
Saber das relações entre o urbanismo e a política e mais particularmente entre os negócios do urbanismo e os meandros da política é assunto que tem o maior interesse e sobre o qual devemos procurar obter informação.
P.S.: Foi bom ver passar pelas ruas da cidade, no passado domingo, a corporação dos Famalicenses (os "bombeiros de cima") com a sua fanfarra, pessoal devidamente formado e mais de 30 viaturas. Foi um desfile imponente!
(Em O Povo Famalicense, 25/09/07)Quando passo pelo edifício da antiga Tipografia Minerva, na Rua Barão de Trovisqueira, pergunto-me sempre: por quanto tempo vamos poder usufruir ainda desta memória da nossa cidade? Quantos famalicenses têm consciência do que representou para Famalicão aquela que foi uma das mais consagradas tipografias do país no século XX e na qual foram editadas obras da maior importância que ostentam o nome da nossa terra e daquela casa?
Se essa consciência e consequente reconhecimento existirem, será dado, seguramente, um destino compatível àquele prédio. Poderá ser mesmo um fim lucrativo, mas sem alterar o seu aspecto exterior. A valorização do património cultural da nossa terra pede, quanto antes, uma actuação eficaz nesse sentido.
(Em O Povo Famalicense, 11/09/07)
A nossa cidade tem, felizmente, ruas com árvores. Deveria ter mais até, mas ter árvores é uma responsabilidade. As pessoas – e principalmente os moradores que ficam junto delas – só as estimarão se forem regularmente podadas de modo a não estorvarem a passagem, nem invadirem os seus prédios. Devem também ser devidamente cuidadas e limpas na época da queda das folhas. É uma responsabilidade pública do município – e, subsidiariamente, da freguesia – para a qual se chama a atenção em devido tempo.
(Em O Povo Famalicense, 04/09/07)
Há uma política do centro da nossa cidade que assenta em passeios de pequenos cubos de pedra e de cubos grandes nas passagens para peões. Ora, esses passeios e passadeiras requerem cuidados constantes, pois, doutro modo, os cubos, grandes ou pequenos, começam a soltar-se, causando problemas aos peões e aos automóveis. Porém, não se vê esse cuidado e poderíamos apontar dezenas de locais onde o desleixo é bem visível. Que anda a câmara – e subsidiariamente a junta de freguesia – a fazer?
(Em O Povo Famalicense, 31/07/07)
Fui ao site da câmara para ver informações sobre a Urbanização das Bétulas que vai ser feita para albergar a comunidade cigana residente junto da estação. Estava à espera de uma informação detalhada até porque, ao que parece, a ideia inicial da arquitecta Elsa Oliveira foi alterada por imposição (!) do Instituto Nacional de Habitação.
Não é para dar uma informação completa aos munícipes, principalmente quando se trata de assuntos importantes como este, que serve a página da net?
Os famalicenses já repararam que, afinal, foi colocado um "enxota-casamentos" no jardim da câmara municipal?
P.S.: Que vergonha, para nós famalicenses, aquela ida do PS júnior e do PS sénior a Lisboa, por ocasião das eleições intercalares. Estavam tão bem em casa…
Como foi possível que um prestigiado advogado famalicense (terra de bons advogados) conseguisse obter um dos mapas mais antigos (porventura o mais antigo que existe) sobre a actual cidade de Vila Nova de Famalicão? Posso avançar a resposta. Quando um causídico toma os assuntos que tem no escritório a sério e faz a investigação histórica que esses assuntos muitas vezes exigem, gasta horas e horas, tem desilusões e incompreensões, mas encontra, por vezes, recompensa para o esforço feito. Recompensa não só por recolher elementos para melhor resolver a questão que tem em mãos, como por encontrar documentos que nem sequer se imaginava e que tem todo o interesse noutros domínios. Foi o que sucedeu neste caso.
Trata-se de um mapa curiosíssimo, feito em 1854, encontrado num arquivo, que vai prender a atenção dos famalicenses que gostam da sua terra e vai permitir verificar não só como era a vila de Famalicão em meados do século XIX, como a evolução que poderia ter tido, pois nessa altura tudo estava praticamente em aberto. Voltaremos a falar disso, pois ainda há muito a dizer. Entretanto, os famalicenses irão saber mais, mas não me cabe revelar o mapa. Tal tarefa cabe à câmara municipal que o fará, certamente, de modo adequado, pois já o tem em seu poder.
(Em O Povo Famalicense, 17/07/07 – texto revisto depois de publicado)
A entrada do nosso município no Eixo Atlântico merece inteiro aplauso. É provável que muitos leitores não conheçam esta associação fundada em 1991, mas vale a pena começar a saber algo mais sobre ela, pois junta as mais importantes cidades da região Norte de Portugal e da Galiza. Vejamos algumas: Porto, Braga, Vila Nova de Gaia, Guimarães, Chaves, Bragança, Viana do Castelo, Ourense, Vigo, Pontevedra, Santiago de Compostela, Lugo, La Coruña e Ferrol.
Até agora estávamos de fora. Entrámos há alguns dias, por ocasião de uma reunião havida em Gaia, com algumas outras mais. Ainda bem! Importa que esta associação de desenvolvimento e cooperação transfronteiriça tenha forte dinamismo e que Famalicão contribua também para isso, através de iniciativas concretas.
Houve uma sessão de apresentação (para convidados e sem debate?) da segunda cidade desportiva da cidade, no Auditório da Casa de Camilo, em Seide, na passada quarta-feira. Espero mais informação na comunicação social para falar sobre esse projecto.
(Em O Povo Famalicense, 03/07/07)
A Polícia Municipal não anda bem. Vive uma crise que, em boa parte, a transcende. Das duas uma: ou a polícia municipal conquista a população, porque é encarada como um serviço que aumenta a sua segurança, ou é rejeitada por ela, porque é vista como uma despesa inútil.
P.S.: Se o tempo o permitir, olhem para o lado do mar e contemplem ao entardecer, e até cerca da meia-noite, a Estrela da Tarde. E, já agora, descubram outra "estrela", igualmente brilhante, no lado poente-sul. E têm apreciado o cheiro agradabilíssimo das dezenas de tílias da nossa cidade? Ou nem deram por ela?
Obtive da CP a informação de que o movimento de passageiros na estação de Famalicão foi o seguinte: em 2002, 350.000; em 2003, 357.000; em 2004 (ano em que foi inaugurada a remodelação da Linha Porto-Braga , 429.000; em 2005, 517.000 e em 2006, 590.000 (estes e outros dados foram já publicados num artigo publicado no Jornal de Notícias, mas não foram lidos em boa parte do município de Famalicão).
Aumentariam também os passageiros se os comboios para o Porto e para Braga não fossem, por causa das inúmeras paragens, tão lentos. A demora de 1h15 (1 hora nos comboios mais rápidos) na viagem entre Famalicão e Porto–São Bento é um modo de afastar utentes. Esta viagem não deveria demorar mais de 30 minutos (e mesmo assim seria uma média pouco superior a 60 km/h).
Para quem pretenda dizer algo sobre o transporte na Linha Porto–Braga tem à disposição o endereço electrónico comboios@jn.pt. Importa que os interessados se manifestem.
(Em O Povo Famalicense, 19/06/07)
A notícia vinha no Público do dia 10 de Junho e titulava: "Presidente da Câmara da Póvoa de Varzim pediu desculpa à REFER por causa da ecopista".
Diz ainda a notícia, no que respeita a Famalicão, que as "obras ainda não arrancaram, apesar de terem sido uma promessa eleitoral do presidente da câmara, Armindo Costa". O que a notícia do Público não diz é que, para a Câmara de Famalicão, o que apenas importa é a cidade desportiva, como se pode deduzir do Jornal de de 5 de Junho de 2007, estando prometida a apresentação do novo estádio (a erguer em local, ainda secreto, mas ao alcance do pé), para o dia 27, na Casa das Artes, pelas 21h30.
(Em O Povo Famalicense, 12/06/07 – texto revisto depois de publicado)
Damos apenas alguns exemplos do que poderá fazer. Pode convocar, pois tem o direito de o fazer, uma reunião extraordinária da assembleia municipal (artigo 50.º da Lei n.º 169/99), tendo exactamente como tema a cidade, para exigir da actual maioria que diga qual o projecto concreto de cidade que tem, se é que tem algum. Pode, se a resposta não for satisfatória, apresentar uma moção de censura à câmara pela sua actuação (artigo 53.º da mesma Lei).
Ao contrário do que se imagina, uma moção de censura não deve ser apresentada apenas quando se tem a certeza que se vai ganhar. Avança-se com uma moção de censura para dizer que algo está mal, para alertar a opinião pública e para que esta fique com a certeza de que alguém protestou. A moção de censura é preparar o caminho para o futuro. O silêncio, nestas coisas, significa cumplicidade.
Atingiam-se três objectivos: dava-se habitação em condições dignas àquelas pessoas (muitas delas crianças e velhos), terminava a vergonha daquele local nobre da nossa cidade e libertava-se terreno para a construção de um parque de estacionamento da estação com ligação directa a esta, tudo em grande como prometera a câmara de então, pela voz do seu presidente.
(Retirado com permissão e pequena alteração de O Povo Famalicense, onde publiquei, 20/05/07)
Esta é a sede da freguesia de Vila Nova de Famalicão. Trata-se de um edifício situado na Rua Adriano Pinto Basto doado há cerca de um século por uma famalicense tão generosa quanto desconhecida. Mais de metade da sede não pode ser utilizada porque está arrendada. Tencionamos voltar a este assunto.