TOPONÍMIA – A toponímia da nossa cidade e, dentro da nossa cidade, a freguesia onde moro, que é a de Vila Nova de Famalicão, que tem como patrono Santo Adrião, é uma miséria em termos de identificação. A maior parte das ruas e praças não tem placa com nome e quando o tem está deficientemente colocada e mal se vê dado o tamanho.
TOPONÍMIA II – Uma rua que seja respeitada tem nome no princípio e no fim e quando é muito grande ou atravessada por outras tem novas placas indicativas. A colocação de placas é competência da junta de freguesia, mas é claro que a nossa freguesia não tem junta e, por isso, não é de admirar.
REABILITAÇÃO URBANA – Como é possível que edifícios que são simbólicos na cidade, como o da Rua Conselheiro Santos Viegas, que foi provisoriamente sede da câmara municipal (durante o incêndio dos Paços do Concelho) e cujo último habitante foi o Dr. Luís Faria (conservador do Registo Civil) e o da Rua Adriano Pinto Bastos, que foi adquirido pelo município e de que foi último habitante o Dr. Sousa Fernandes (médico)? Cuidem, por favor, pelo menos dos tectos. Há lei para isso.
MUROS – Os muros que ladeiam as estradas nacionais e municipais do nosso concelho estão seguros? Têm sido devidamente fiscalizados pelos serviços municipais como devem?
RIOS, RIBEIROS E REGATOS – Hoje, terça-feira, dia 03/01/23 está um dia de sol. No entanto, até agora e desde há semanas tem chovido muito. Os nossos rios, ribeiros e regatos saltaram fora das margens. Precisamos de cuidar bem deles. Temo que tal não esteja a suceder.
FAMALICÃO ATRAVÉS DA SUA TOPONÍMIA – Amanhã, dia 4, vai ser apresentado na Casa do Território o livro de João Afonso Machado e de David Vieira de Castro (ilustrações) com o título supra. Vale a pena ler e apreciar.
PEQUENOS PROBLEMAS – Esta semana preenchi este espaço com aquilo que podemos chamar, talvez injustamente, pequenas problemas do nosso município, mas os outros não estão esquecidos.
(Em Opinião Pública, 04/01/23)
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