sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

Alargar o hospital

ALARGAR O HOSPITAL – Ao que parece, a nossa Maternidade fica. Ainda bem. Mas não há lugar para descanso. É preciso alargar o nosso hospital e muito. Ele pode crescer na parte detrás. E é preciso adquirir, por negociação ou expropriação, mais espaço para norte. O terreno agrícola que fica junto da Rua Vasco Carvalho está livre. Só a falta de visão dos responsáveis do nosso município permitirá a sua urbanização para outros fins. Todos nós devemos estar atentos. Não há uma liga de amigos do hospital activa? Está a administração do hospital atenta?

MÁRIO MARTINS – As preocupações sociais notam-se bem no que escreve e faz Mário Martins colaborador residente de O Povo Famalicense. Lembram-se do que afirmou há algum tempo sobre a pobreza e miséria extremas e a necessidade de lhe pôr cobro no nosso concelho? Mário Martins também escreve naturalmente sobre outras coisas (boas e más) que fazem parte do pulsar da nossa terra. Tem tido, a esse propósito, a bondade de me referir. Agradeço e considero que os que escrevem nos jornais da terra deveriam dialogar e debater, pois nem sempre têm a mesma opinião. É um hábito que infelizmente não temos.

FAMALICÃO ATRAVÉS DA SUA TOPONÍMIAPeguem no livro de João Afonso, ilustrado por David Vieira de Castro, e percorram a cidade seguindo os trajectos por ele alinhados e que partem do centro para a periferia. Apreciem o que a cidade tem de bom, mas vejam também a quantidade de ruas novas sem saída. Não é que não devam existir ruas sem saída, o que não é de admitir é que haja tantas. Já se deram ao trabalho de as contar?

RUAS SEM SAÍDA – Um exemplo nas "imediações da câmara": na ligação da Rua Ana Plácido (aquela que vem do lado do hospital) com a Avenida Carlos Bacelar temos duas ruas sem saída: uma à esquerda em direcção à Rotunda de Santo António, outra à direita em direcção à Rotunda Bernardino Machado que choca com os Bombeiros Voluntários Famalicenses e tem um sinal de proibição no final.

HISTÓRIA DA CIDADE – Está por fazer a história da nossa cidade e ela deveria ser feita com todo o cuidado e qualidade. Não é preciso ir à Idade Média, onde muito pouco ou quase nada se encontraria. A história da nossa então vila (assim reconhecida por D. Maria II) começa com a formação do actual concelho na primeira metade do século XIX. Desde esse tempo até hoje muito cresceu e é essa história que importa contar.

EDITAVE – São muitas as pessoas que trabalham na Editave. É uma empresa de referência que teve como fundador principal Feliz Pereira e é hoje continuada, entre outros, por Arcindo Guimarães, contando sempre com a dedicação permanente de João Fernandes. Como é habitual, mas a pandemia tinha interrompido, o pessoal da Editave reuniu em jantar anual que desta vez decorreu ,na passada sexta-feira (dia 13/01/23) na remodelada Pensão Santo António ao fundo do campo da feira. Jornal, rádio e TV, tudo isto é a Editave hoje, constituindo o principal grupo de comunicação social do concelho e um dos maiores do país a nível local.

(Em Opinião Pública, 20/01/23)

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