terça-feira, 27 de janeiro de 2009

ELEIÇÕES 2009 (3) Muito silêncio

 Como vão as coisas quanto a eleições locais?

Há muito pouco de novo pelo menos na imprensa.
Sabe-se que a candidatura de Reis Campos obrigou o actual Presidente a ter de se pronunciar quando lhe conviria falar o mais tarde possível. Veio dizer, embora de modo não explícito, aquilo que se previa, ou seja, que se candidata de novo.
Temos, pois, a luta principal definida entre o PS liderado por Reis Campos e o PSD/CDS liderado por Armindo Costa.
É o PS quem tem de trabalhar mais se quer vencer. Quem está dentro do poder tem o trabalho facilitado.

António Cândido de Oliveira

Muito silêncio

 Muito silêncio Como vão as coisas quanto a eleições locais? Há muito pouco de novo pelo menos na imprensa. 
Sabe-se que a candidatura de Reis Campos obrigou o actual Presidente a ter de se pronunciar quando lhe conviria falar o mais tarde possível. Veio dizer, embora de modo não explícito, aquilo que se previa, ou seja, que se candidata de novo. 
Temos, pois, a luta principal definida entre o PS liderado por Reis Campos e o PSD/CDS liderado por Armindo Costa. É o PS quem tem de trabalhar mais se quer vencer. 
Quem está dentro do poder tem o trabalho facilitado. 



in Povo Famalicense

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

ELEIÇÕES 2009 Os cidadãos e as eleições

 A ideia de que as eleições são uma coisa dos políticos e que os cidadãos apenas têm que votar (ou não) no momento próprio é errada.

Nós cidadãos temos muito a dizer sobre eleições para além de votar.
Deixemos de lado as eleições europeias e legislativas e dediquemos atenção às eleições locais.
O que nos interessa ao votar para as eleições locais a realizar depois do Verão é que apareçam candidaturas que tenham interesse, ou seja, com pessoas e ideias que nos levem a dizer: "Vale a pena votar!"
Para isso é preciso trabalhar desde já.
E esse trabalho não deve ser feito apenas pelos partidos e dentro dos partidos. Deve ser feito de modo aberto com debate público.
Queremos aqui de algum modo dar um contributo.
Do lado do PS o trabalho parece estar no terreno e a candidatura de Reis Campos permite esperar uma boa lista e um bom programa. Mas estamos a falar apenas de "parece" e de "esperança", pois de concreto sabe-se ainda muito pouco.
Quanto ao lado do PSD não se sabe se vai coligado de novo com o CDS (embora nada indique mudança de posição), também não se sabe quem vai ser o líder (embora não se espere nada de novo) e muito menos qual a equipa. Seria bom que se começasse a saber um pouco mais. Uma mera repetição de 2005 não será, a nosso ver, uma boa solução.
Temos direito, como cidadãos, a duas boas listas, pelo menos, para escolher.