Fala-se em parcerias público-privadas em curso nas quais o nosso município está fortemente empenhado e pouco ou nada sabemos sobre elas.
Tentei ver a primeira página do website do município mas ela dá-me logo “música”, anunciando com destaque Rui Veloso.
Se estão em curso tais parcerias público-privadas e envolvendo ao que parece largos milhões de euros temos o direito de saber com pormenor o que se passa, pois é assunto muito mais importante para os famalicenses do que os 30 anos de carreira do Rui Veloso. Ou não é?
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA
Leram o Público, suplemento "Cidades", deste Domingo?
Título: Participação - "Incomodem! Por que é que não incomodam mais?"A democracia precisa de cidadãos activos.
Famalicão tem poucos cidadãos activos e, por isso, a democracia famalicense é pobre.
A Câmara Municipal agradece!
O município de Vila Nova de Famalicão não!
21.12.09
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
DE NOVO O PPACCVNF
É uma sigla extensa que pela segunda vez aqui reproduzimos e que quer dizer “Plano de Pormenor da Área Central da Cidade de Vila Nova de Famalicão”.
O tempo para apresentar sugestões terminou no dia 11, mas ainda vai haver tempo para participar, acompanhando a elaboração do plano.Podemos obter mais informações sobre este documento através da primeira página da internet do município.
Pode ver-se a planta área de intervenção em:
http://www.cm-vnfamalicao.pt/urbanismo/pdf/plano-pormenor/Planta-Area-Intervencao.pdf
Veja e esteja atento.
Era bom que a CM facilitasse uma melhor consulta também em papel.
Também pode pedir uma entrevista no Departamento de Urbanismo e obter mais informação.
É necessário melhorar o centro da cidade .
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
O Edifício do Colégio Camilo Castelo Branco
Em princípios de Janeiro de 2003, votei, ao lado da maioria PSD/CDS, a favor da aquisição, pelo nosso município, do edifício do ex-Colégio Camilo Castelo Branco, não seguindo a indicação de voto então dada pelo grupo municipal do PS, no qual estava integrado como independente. O preço foi demasiado alto (um milhão de euros, salvo erro) para um edifício em ruínas, mas a razão dada pela maioria para tal montante foi que este se ficou a dever a uma decisão da anterior câmara PS que deu para aquele lugar uma capacidade construtiva excessiva.
Votei a favor por entender que o património do município ficava enriquecido e que teríamos ali um espaço útil para alojar serviços que andavam (e andam) dispersos por edifícios arrendados e que nos custavam (e custam) bom dinheiro.
Para meu espanto soube agora que a Câmara pretende vender esse prédio, pois não sabe o que fazer com ele. Ainda pergunto, antes de voltar a este assunto: será mesmo verdade?
PS 1 – A Igreja Matriz Nova e o Centro Paroquial foram cercados pela Câmara Municipal, desde a semana passada, com uma alta rede para efeito de obras na Rua Manuel Pinto de Sousa. Podiam ter deixado um ou dois acessos. Entretanto, todos vamos estar atentos para ver quanto tempo demoram as obras. Uma semana, o máximo duas, chegava. Por sua vez, o velho edifício do colégio, de que acima falámos, vai ao menos ter passeio, coisa que ele nunca viu.
PS 2 – Há vários modos de um jornal comemorar 10 anos de vida. O modo utilizado pelo Povo Famalicense merece ser realçado: debater o presente e o futuro do jornal.
in Povo Famalicense
Votei a favor por entender que o património do município ficava enriquecido e que teríamos ali um espaço útil para alojar serviços que andavam (e andam) dispersos por edifícios arrendados e que nos custavam (e custam) bom dinheiro.
Para meu espanto soube agora que a Câmara pretende vender esse prédio, pois não sabe o que fazer com ele. Ainda pergunto, antes de voltar a este assunto: será mesmo verdade?
PS 1 – A Igreja Matriz Nova e o Centro Paroquial foram cercados pela Câmara Municipal, desde a semana passada, com uma alta rede para efeito de obras na Rua Manuel Pinto de Sousa. Podiam ter deixado um ou dois acessos. Entretanto, todos vamos estar atentos para ver quanto tempo demoram as obras. Uma semana, o máximo duas, chegava. Por sua vez, o velho edifício do colégio, de que acima falámos, vai ao menos ter passeio, coisa que ele nunca viu.
PS 2 – Há vários modos de um jornal comemorar 10 anos de vida. O modo utilizado pelo Povo Famalicense merece ser realçado: debater o presente e o futuro do jornal.
in Povo Famalicense
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