terça-feira, 26 de junho de 2012
A BOA(?) UTILIZAÇÃO DOS DINHEIROS PÚBLICOS
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Orfeão famalicense
OBRIGADO, ORFEÃO FAMALICENSE
O Orfeão Famalicense organizou, com muito êxito, o XVII Encontro de Coros do Minho na casa das Artes, no dia 10 de Junho. Devo ao Orfeão, para além de uma brilhante actuação, uma excelente forma de participar nas comemorações do Dia de Portugal, pois para além de interpretar “Timor” (letra de João Monge, música de João Gil e arranjo do seu prestigiado maestro Fernando Moreira), lembrando Portugal pelo mundo, fechou do melhor modo interpretando Camões “ As armas e os barões assinalados”.
GRUPO CORAL DE LOUSADO
Não tive oportunidade de ver todo o programa mas impressionou-me também muito bem o Grupo Coral de Lousado e a arte que teve de meter o rio Ave na sua actuação, lembrando-nos o quanto devemos àquele rio, onde o maestro aprendeu a nadar e que agora felizmente está em fase de recuperação ambiental. Já se pode nadar e pescar de novo nele?
Estes dois coros famalicenses e o Divino Salvador de Joane, também, devem (têm o direito de) merecer toda a atenção e apoio por parte do município.
BUÉ!
Bicicletas urbanas ecológicas vão estar disponíveis no centro da cidade gratuitamente. A ideia é excelente e este tipo de transporte deve ser devidamente acarinhado. Veremos como se vai concretizar o projecto.
COMÉRCIO DO CENTRO DA CIDADE
Este apoio ao transporte ecológico não implica menos atenção para um problema do comercio local que é o da falta de adequado estacionamento automóvel para acesso aos estabelecimentos. Chegaram-nos queixas provenientes nomeadamente de confeitarias e restaurantes. Não pode ser! Em plenas Festas Antoninas deve acautelar-se a possibilidade de acesso fácil aos estabelecimentos tradicionais. Há sempre soluções possíveis.
(Em O Povo Famalicense, edição de 12 a 18/06/12)
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Curva do cemitério
FREGUESIAS
Foi publicada no dia 30 de Maio e entrou em vigor no dia 31 a lei n.º 22/2012 que trata fundamentalmente da redução do número de freguesias. Ela impõe para o nosso concelho, classificado para este efeito no nível 2, uma redução de 50% das freguesias que se situem em lugar urbano e 30% do número das outras freguesias. No entanto, estes números não são rígidos e a lei permite uma menor redução do número de freguesias.
A assembleia municipal deve conduzir este processo em colaboração com a câmara municipal e com as freguesias. Este assunto deve ser abertamente discutido e sobre ele deve surgir informação na imprensa até porque está constituída, segundo se julga, uma comissão eventual para o efeito.
CURVA DO CEMITÉRIO
Todo o famalicense que conhece a sua terra já ouviu falar da curva do cemitério em Moço Morto e do perigo aque ela representa. Pois por qualquer acidente grave que nela ocorra deve ser responsabilizada também a câmara municopal que não teve arte nem visão para no momento em que havia toda a pobssilidade de desfazer essa curva e dar mais espaço de circulação e estacionamento junto do cemitério o que fez foi autorizar a construção de um centro de inspecção de veículos (!) complicando ainda mais as coisas. Em condições normais deveria haver demissões na câmara. Não há e o silêncio que se nota é a prova de que os famalicenses andam muito submissos muito “mansos”.
CHOUPOS FRANCESES?
Os famalicenses lembram-se de que havia choupos no jardim da câmara de um e outro lado (norte e sul) que por esta altura do ano libertavam novelos brancos que enchiam o ar e provocavam problemas respiratórios a muita gente e em especial aos asmáticos. A solução foi deitar abaixo esses choupos de origem francesa, segundo me dizem. Ora, dizem-me que é com árvores que estão a encher o parque da cidade e que junto da central da camionagem os novelos brancos chegam a fazer “tapete de neve”. Será mesmo assim?
(Em O Povo Famalicense, edição de 05 a 11/06/12)
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