domingo, 1 de setembro de 2013

Autárquicas e fogos

ALFREDO NOVAIS – Era obrigatório evocar o Dr. Alfredo Novais e o Dr. Mário Martins fê-lo muito bem nas colunas deste semanário. A admiração que merece não só o professor, como o muito qualificado director da Escola Secundária Júlio Brandão e o dedicado dirigente e trabalhador voluntário da Associação Dar as Mãos estão ali bem mencionadas. Esta associação vai sentir muito a falta deste colaborador e importa que os poderes públicos locais dediquem a devida atenção a esta instituição.

AUTÁRQUICAS 2013 – Há pormenores que não escapam. No Opinião Pública da semana passada sobre as autárquicas 2013 poderíamos ler notícias da candidatura de Custódio Oliveira na página 8 e da de Paulo Cunha nas páginas 4, 5, 6 e 7 (tudo com chamada de atenção na 1.ª página). E n' O Povo Famalicense podemos ler notícias de Custódio Oliveira na página 9 e de Paulo Cunha nas páginas centrais 10, 11 e ainda um pouco na 12, esta partilhada com o Bloco de Esquerda. O que significa isto? Mais actividade de um candidato do que outro?

FREGUESIAS – Não deixa de ser curioso que os candidatos às freguesias do nosso município façam de conta que não há uma reforma territorial destas e não exprimam de forma clara a sua opinião sobre o tema. O silêncio é aceitação e a reforma territorial do nosso município está longe de ser aceitável.

AVENIDAS DA CIDADE – Os famalicenses atentos sabem que temos duas grandes avenidas (ainda que com 4 nomes, pelo menos) que se "cruzam" na rotunda Bernardino Machado. Uma é a Av. 25 de Abril, que vem da estação ferroviária, continua na Av. Narciso Ferreira e depois na Av. do Brasil até ao cemitério (sim, até depois do cemitério municipal!), e outra que começa na rotunda de Santo António, que é a Av. Carlos Bacelar e se prolonga pela Av. Humberto Delgado e segue (ou seguia) até à rotunda dita das Pombinhas. São vários quilómetros de vias citadinas que deviam merecer a melhor atenção em vários aspectos. Um deles é a circulação dos peões. Estas vias não podem ser – como são em vários lugares – um impedimento à circulação pedonal. Não se compreende, por exemplo, que, para atravessar a Av. Carlos Bacelar, no Parque de Sinçães, se tenha de vencer duas passagens aéreas. É preciso abrir passadeiras à superfície. Dir-me-ão que é perigoso. Direi que perigo já há em vários pontos destas avenidas e o facto de haver largos troços sem passadeiras faz com que os automóveis acelerem. Quanto menos passadeiras, mais velocidade. Estas avenidas deviam estar muito bem sinalizadas quanto ao limite de velocidade e ter passadeiras com semáforos e bem assinaladas (há passadeiras que quase não se dá por elas). Enquanto tal não suceder, estas avenidas serão circulares rodoviárias e não vias citadinas.

FOGOS  É tão triste ver parte do nosso concelho a arder com estes fogos de Verão! Tudo que for possível fazer para reflorestar e melhorar a nossa floresta deve ser feito e desde já. O nosso concelho tem mais de 200 km². Destes, quantos estão cobertos com floresta? E qual foi a área ardida no último ano (2012)? Não sei se temos esses elementos, mas deveríamos ter e com fácil acesso.

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