ANTÓNIO MARIA DE OLIVEIRA – O primeiro, mais velho, falecido há 50 anos, fundou com Álvaro de Oliveira, Gaudêncio Alves e o Senhor Machado de Vale (São Cosme), a sociedade Alves, Oliveira e Machado, Lda. com sede na Avenida da Estação (hoje Avenida 25 de Abril) dedicada ao comércio de ferragens e ao fabrico de postes de cimento, com uma das duas fábricas em frente ao cemitério municipal. Desta saíram centenas de milhar de postes de electricidade que ainda hoje estão espalhados pelo norte do país. São os postes Águia, que bem se identificam com os círculos redondos no interior e a marca de uma águia estilizada na parte lateral, voltada para a estrada com indicação de data de fabrico. Mas também milhares argolas de cimento para poços e outros artigos de cimento foram fabricados em Moço Morto e também no centro da vila, junto do estabelecimento comercial.
DUAS CENTENAS DE ESTABELECIMENTOS – Mas estes dois estabelecimentos são apenas um afloramento das quase duas centenas que existiam (e muitos ainda resistem) e desenvolveram muito a sede do nosso concelho. A listagem foi elaborada, recentemente, por Álvaro Moreira, da Casa das Louças, e dela mencionamos apenas alguns, correndo o risco de cometer injustiças nomeadamente por omissão, mas que os leitores suprirão, lembrando os muitos que faltam.
RUA SANTO ANTÓNIO – Os irmãos Lopes (Augusto, Clemente e João) marcaram a Rua de Santo António do lado sul com três estabelecimentos diferentes e muito procurados. Do lado norte, para além da Confeitaria e fábrica Vieira de Castro, não podem ser esquecidos a Casa Marinheiro, a farmácia Barbosa e o Hotel Garantia.
Muito mais há ainda para mencionar nas ruas e praças da então vila e hoje cidade.
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