É claramente uma causa do maior relevo a luta por uma melhor estação ferroviária e zona envolvente. Causa perdida no seu aspecto mais relevante, é certo, pois a estação em si é o que é (comparem-na com a da Trofa ou a de Viana do Castelo), não tendo sequer um elevador. Mas há ainda por resolver o problema da zona envolvente. O estacionamento junto da Urbanização das Bétulas está cada vez mais degradado e o espaço onde estava alojada a comunidade cigana está fechado e não se sabe o que ali vai fazer-se. A câmara o que tem a dizer sobre isso? Se tivéssemos uma imprensa mais unida e mais atenta ao que é importante, a câmara teria mesmo que dar explicações claras e quanto antes. Quanto à assembleia municipal, que deveria estar bem atenta, nem vale a pena falar. Não conta...
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Causas
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Stop! Aqui é Cruz!
Santiago da Cruz resolveu acolher os automobilistas da EN n.º 14 com uns semáforos muito pouco amigos que não cessam de dizer: "Stop! Aqui é Cruz!". Como já tive a oportunidade de dizer, o problema nem são os semáforos em si (embora sejam os únicos entre Famalicão e Braga), o problema é o modo com funcionam. Estão constantemente a mandar parar e de tal modo que, por vezes, não deixam passar mais de dois ou três veículos que estão em fila de espera. Há qualquer coisa que não está bem!
P.S.: O Arquivo Municipal Alberto Sampaio já está em obras. O placard que as anuncia, como de costume, não tem a delicadeza de informar os munícipes da data do começo e do fim das obras.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Os semáforos de São Tiago da Cruz
Esta entidade de que não conheço o nome – e muito menos os responsáveis – actua com inteiro desrespeito pelas regras de boa circulação, contribuindo para formar filas de automóveis desnecessárias, para gastar gasolina e gasóleo e poluir o ar de São Tiago.
P.P.S.: E tanta coisa que fica por dizer sobre os 50 anos dos Paços do Concelho (e sobre as obras em curso), sobre o novo Arquivo Municipal (quando assinalam devidamente o local?) e sobre o desfile das Confrarias nas Festas Antoninas (a ideia até era boa, mas precisava de ser muito mais bem trabalhada).
terça-feira, 7 de junho de 2011
Eleições e tílias
É também interessante olhar para os resultados a nível nacional, distrital e concelhio. O Partido Social Democrata (PSD) teve, a nível nacional, 38,63% dos votos; a nível do distrito de Braga, 40,09%; e a nível do concelho de Famalicão, 39,13%. Já o Partido Socialista (PS), que a nível nacional teve 28,05%, a nível de Braga teve 32,85% e a nível de Famalicão, 35,9%, ou seja, um resultado claramente superior ao nacional. A diferença entre PSD e PS foi aqui de menos de 4%.Por sua vez, o CDS teve um resultado mais baixo a nível do concelho de Famalicão. A nível nacional teve 11,74%; a nível do distrito de Braga, 10,39%; e a nível de Famalicão, 9,91%. O PCP e o BE, finalmente, tiveram resultados muito mais baixos que no resto do país. O PCP, que a nível nacional teve 7, 94%, a nível de Famalicão teve 4,16% e o BE, que a nível nacional teve 5,19%, a nível de Famalicão teve 4,09%.
P.S.: A cidade de Famalicão tem, felizmente, muitas tílias e elas não só dão boa sombra como enchem, nesta altura, o ar de perfume. Pena é que não se colha a flor para fazer as bem apreciadas infusões. Era uma boa prenda, por exemplo, para entregar no posto de turismo aos turistas que nos visitam. Mas não é só na cidade que há tílias e ficou famoso o Largo das Tílias de Landim. Ainda existe?
(Em O Povo Famalicense)
domingo, 22 de maio de 2011
Com palavras se enganam as pessoas…
Dantes as coisas eram simples e verdadeiras: havia, a nível nacional, a 1.ª divisão; depois a 2.ª e, finalmente, a 3.ª divisão nacional, com várias séries. Quem não se aguentasse na 3.ª divisão nacional descia para os campeonatos distritais. Agora não são simples, nem verdadeiras. Seguramente, por razões comerciais, mudaram há alguns anos o nome às coisas, confundindo as pessoas. Fui consultar na net o jornal Record (o que melhor esclarece as coisas) e pude verificar o seguinte:
À antiga 2.ª divisão, em que este ano vão à frente o Varzim, o Feirense e o Gil Vicente, chamam-lhe agora Liga Orangina.
Por outro lado, os responsáveis pelo futebol criaram uma nova divisão nacional que é, naturalmente, a 4.ª divisão. Esta tem 8 séries, das quais 6 no continente (A, B, C, D, E, F), 1 nos Açores e outra na Madeira. Era aqui que estava o Famalicão, jogando na série B. Chamam-lhe oficialmente 3.ª divisão, mas, como se vê, é redonda mentira. Isto é uma boa prova de como com palavras se enganam as pessoas. Por isso, o Famalicão subiu para a 3.ª divisão e, já agora, desejo que consolide essa sua posição e passe dentro de algum tempo para a verdadeira 2.ª divisão (Liga Orangina). Já não seria nada mau e o concelho merece. Tudo sem as aventuras de má memória que o levaram em tempos à 1ª Divisão e depois o fizeram tombar por aí abaixo.
P.P.S.: Estive hoje em Serralves. Quando vejo um parque amplo como aquele, em plena cidade do Porto, cada vez tenho mais pena da nossa curteza de vistas a nível municipal. Tínhamos possibilidade de fazer um grande parque em Famalicão, mas não fomos capazes disso. Vem-me à memória o Dr. Nuno Carvalho e a luta que travou por um grande parque.