ZECA AFONSO – Também integrada nas Comemorações dos 50 Anos do 25 de Abril (a nível nacional), a Casa das Artes acolheu, no dia 27 de Janeiro de 2024 (sábado), um espectáculo musical centrado na incontornável figura de Zeca Afonso, a que não assisti, mas que, segundo soube, foi largamente participado e decorreu com muito nível.
LANDIM II – Ali junto passa o rio que atravessa a freguesia, nesta altura com muita água e porque a ponte não tem, como devia, o nome respectivo, tentei certificar-me de que aquele era efectivamente o rio Pelhe, como julgava. Foi uma surpresa! Perguntei a um jovem com cerca de 20 anos que me disse ser de Landim, mas não sabia o nome do rio. Perguntei também a um outro landinense que brincava à bola no parque desportivo, certamente com um filho, e também não sabia.
LANDIM III – Valeu-me ver gente ali perto junto das Três Capelas e fui parar junto da Barbearia Batista, onde se reuniu rapidamente um grupo de pessoas e a dúvida ficou desfeita. É, sim senhor, o Rio Pelhe! E quando critiquei a junta por não colocar ou tratar de colocar uma placa com o nome do afluente do rio Ave saíram em defesa dela, dizendo que havia muitas coisas para fazer na freguesia e que fez um bom trabalho junto do rio a jusante do lugar onde estávamos. Dali a conversa derivou para outros assuntos como o jornalismo (conheciam mal a imprensa local e, assim, o Opinião Pública, julgando alguns até que era um jornal pago); a política local (e o dono da barbearia disparou-me esta pergunta: "qual acha que foi melhor presidente da câmara, Armindo Costa ou Paulo Cunha?"); e também a política nacional foi abordada. Foi uma conversa animada sobre a qual muito haveria mais a dizer, mas o espaço neste jornal é limitado e o meu tempo também. A conversa terminou com um elogio meu à freguesia por ser Landim e não uma qualquer "união" e lançaram-me um convite informal para ir de novo a Landim na sexta-feira, dia 2 de Fevereiro, para ver a festa da Senhora das Candeias. Tentarei.
PARQUE NORTE – Continua sem se saber como vai ficar o Parque Norte da cidade, correndo em paralelo à Avenida Pinheiro Braga, mas afastado desta, pois fica junto do Bairro de São Vicente, acompanhando um ribeiro que vai desembocar no parque da Devesa, depois de um largo e triste trajecto subterrâneo. De que se está à espera para termos notícias dele? Já tarda muito. Bem disse neste jornal que naquela urbanização, em primeiro lugar e a toda a pressa, estava a construção da superfície comercial (Lidl) e o parque ficaria para o fim e sabe-se lá quando. A câmara municipal pouco se importa.
RUA SENADOR SOUSA FERNANDES – O passeio do lado nascente da rua Senador Sousa Fernandes (a antiga EN n.º 14, a seguir ao Supermercado Bandeirinha e até à rotunda de Santo António) merece uma visita. É raro ver um passeio tão largo na cidade!
DOIS LIVROS – Tenho a meu lado dois livros ligados a Famalicão que tenciono ler com atenção logo que puder. Trata-se de um livro de Luís Paulo Rodrigues, que me convidou para a apresentação na biblioteca municipal, e que adquiri com todo o gosto, com o título Cem Anos de Superação – A Eléctrica (1924-2024). Por sua vez, João-Afonso Machado e David Vieira de Castro ofereceram-me muito amavelmente o recentíssimo livro Camilo e os de Pindela. Parabéns aos autores, porque abordar temas da nossa terra é um dever de quem dela gosta.