DIREITO E DEVER DE INFORMAÇÃO – Os munícipes têm o direito constitucional e legislativamente consagrado de obter informação sobre todos os assuntos de interesse público que desejem conhecer e a câmara municipal tem o dever de dar essa informação. Se não o cumpre, viola regras próprias da democracia. Se for necessário, diremos quais, embora isso seja passar-lhe um atestado de ignorância.
IMIGRANTES – O nosso concelho tem cada vez mais imigrantes
de variadíssimas proveniências. Há certamente um pelouro que tem a seu cargo
cuidar desta matéria. Importa que eles se integrem devidamente na nossa
comunidade e isso implica um trabalho muito aturado e qualificado. Qual tem
sido esse trabalho? Quantos são os imigrantes residentes no nosso concelho?
Será que nem esse dado elementar é conhecido? Ou não é divulgado? Vamos
perguntar.
MEDWAY – Este "porto seco" previsto para Lousado é um grande investimento que precisa de ser bem
conhecido. O Jornal de Notícias de há dias dava dele uma informação destacada,
mas precisamos de saber mais sobre ele e o seu impacto no território. A página
oficial do município deveria dar-lhe a
melhor atenção em texto e ilustração, chamando a atenção para as suas vantagens
e para os seus inconvenientes. Deveria esclarecer bem o que é isso do problema
do arsénico. Registe-se a atenção que a este assunto tem dedicado a vereadora
Dr.ª Maria Augusta Santos em sucessivas intervenções nas reuniões de câmara,
solicitando informações nem sempre atendidas.
REABILITAÇÃO URBANA DA CIDADE – A
reconstrução em bom ritmo do prédio que foi o Hotel Garantia (deverá estar
erguido até ao final do mês de Julho)
chama a atenção para os edifícios da cidade que precisavam de ser reabilitados
ou reconstruídos, respeitando a sua volumetria. A câmara dá um péssimo exemplo,
pois na Rua Adriano Pinto Basto, junto do Garantia, têm um bom prédio seu em
acentuada degradação e que parece que não sabe o que lhe há-de fazer. Precisa
de sugestões? E que moral tem para pedir
aos proprietários de prédios em situação igual na cidade (e são muitos) para
que os reabilitem?
DINHEIRO – Tendo em conta o que o
município gasta em festas (e gasta milhões de euros por ano), dinheiro não lhe
falta. Pena é que não lhe dê melhor destino, diminuindo tais gastos e
dirigindo-o para outros fins mais úteis. Será que precisa de sugestões?
OPOSIÇÃO – É nestas e noutras
coisas que se sente a falta de oposição à altura. É nossa opinião que, a
continuarem as coisas assim, a actual coligação que está no poder
ininterruptamente vai para um quarto de século (2001-2025) continuará
descansadamente a caminho de mais quatro anos e nem precisa de governar bem!
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