(Em O Povo Famalicense, 02/09/08)
terça-feira, 2 de setembro de 2008
O CAE
terça-feira, 29 de julho de 2008
Mais uma rotunda
E os factos conhecidos são estes: em 2001 (!), antes da entrada em funções da primeira câmara PSD/CDS, a passagem desnivelada estava já planeada e, mais do que isso, adjudicada. Uma das primeiras decisões, porém, que essa câmara tomou foi cancelar a obra e indemnizar o empreiteiro. E agora, passados 7 (sete) anos, a segunda câmara PSD/CDS pretende resolver o problema com uma rotunda! Foi preciso pensar tanto tempo? E a solução é mesmo boa? A rotunda – mais uma rotunda – vem resolver o problema da ligação entre a parte norte (Mões–Santo Adrião) e a parte sul (centro) da cidade?
(Em O Povo Famalicense, 29/07/08)
terça-feira, 22 de julho de 2008
PS: Conselho de Acompanhamento Estratégico
"A maior diferença, aquela que me levou a aceitar o convite, prende-se com a inerência dos membros do CAE na Comissão Política. Isto sim é abertura à sociedade civil. Eu – como os outros noventa e nove primeiros membros – poderei assistir e intervir nas reuniões onde se discutirá a estratégia, o plano de governo, a campanha, o cabeça de lista, contribuindo assim para que a eleição autárquica que se avizinha e a lista que o PS apresentará não seja apenas elaborada em círculo fechado".
Um partido, com a dimensão que tem o PS famalicense, aceitar que nos seus órgãos participem pessoas que não são filiadas (ainda que a convite dos seus órgãos) para darem não só opinião como para terem peso de voto, implica uma ruptura com a tradição, que é a de que estes assuntos são tratados em círculo fechado, reservado apenas a militantes. Dar este passo é abrir caminhos novos que implicam uma forma muito aberta de ligação com a sociedade que só enriquece e fortalece a vida política e o próprio partido.
(Em O Povo Famalicense, 22/07/08)
terça-feira, 15 de julho de 2008
A Rua Direita
É o que O Povo Famalicense vai fazer no próximo dia 23 de Julho, no âmbito das Quartas do Povo. A pré-apresentação, como o nome indica, não é a apresentação, mas uma forma de satisfazer parcialmente a muita curiosidade que esta obra está a despertar, não só junto de quem a foi seguindo ao longo dos anos que demorou a elaborar, mas também junto de quem gosta de conhecer melhor a nossa cidade. Compareça!
(Em O Povo Famalicense, 15/07/08)
terça-feira, 8 de julho de 2008
Futebol Clube de Famalicão
(Em O Povo Famalicense, 08/07/08)
terça-feira, 10 de junho de 2008
À volta da câmara municipal
2. São Miguel de Seide é a capital cultural do nosso concelho com a Casa Museu de Camilo e o Centro de Estudos Camilianos. Não tem sentido que não se resolva rapidamente o problema que resulta da não reinstalação da associação ADERE. Aqui a obrigação de todos é fazer tudo o que for possível para chegar a um acordo rapidamente. Mas se tal não for possível há sempre o recurso à expropriação que deve ser encarado muito seriamente. Não tem sentido que se ponham tantas dificuldades à câmara para recuperar um terreno que lhe pertence e que, em má hora, cedeu em condições desvantajosas, pelo que se vê.
(Em O Povo Famalicense, 10/06/08)
terça-feira, 3 de junho de 2008
Apontamentos diversos
1. Nós famalicenses, por nascimento ou residência, temos o dever, que muitas vezes não cumprimos, de lembrar os conterrâneos que deixaram marcas na nossa terra. Evocamos aqui em breves linhas o Arquitecto José Marinho, recentemente falecido, que dedicou muita da sua vida a Famalicão. Todos os que o conheciam sabem como vivia os problemas da nossa cidade, procurando que ela fosse um lugar agradável para viver e como sofria quando ela era maltratada. Lembramos também o seu espírito de iniciativa e a dedicação às instituições da terra, com especial relevo para o Famalicense Atlético Clube, que serviu durante largos anos como praticante e como dirigente ao mais alto nível. Ligada à sua actividade no FAC está a construção do actual pavilhão da zona desportiva da cidade. Não se pode esquecer também (e tantas coisas ficarão aqui esquecidas) a Nova Igreja Matriz que projectou, com audácia, nos anos 70 e que só muito mais tarde foi possível concretizar.
3. A limitação do direito de participação do público nas sessões da assembleia municipal recentemente aprovada não se compreende. É certo que a participação deveria ser mais bem regulamentada e, desde logo, como sucede noutros municípios, ter uma hora e período de tempo definidos. Mas, ao que parece, o que se aprovou foi um inquérito prévio obrigatório a quem pretende falar no período destinado ao público. Compreende-se perfeitamente a atitude de Tavares Bastos, abandonando a sessão. Mas o público interessado só se conforma com esta decisão se quiser. Pode, com imaginação, interpelar a assembleia, sem desrespeitar a lei ou o regimento e sem esperar pelo fim da reunião.
4. A ideia de uma "quarta do povo" com a presença dos deputados famalicenses não foi minha, mas acolhi-a. Pus apenas uma condição na qualidade de moderador habitual destas sessões: que todos aceitassem participar. Aceitaram. Só que no dia combinado apenas apareceu o deputado Nuno Sá. Os deputados Virgílio Costa e Nuno Melo, por razões diferentes, não apareceram. Foi pena. O debate nestas condições não se fez. E teria sido seguramente um debate interessante, pois a ideia era pôr os presentes a fazer perguntas aos deputados e estes a responder. Esta atitude dos deputados faltosos deveria ser bem explicada pelos próprios. É que se trata objectivamente de uma falta de respeito pelas pessoas que os elegeram.
P.S. 2: Mais juízo teve o PSD, escolhendo uma líder qualificada que merece muito respeito.
(Em O Povo Famalicense, 03/06/08)