quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Notícias de Famalicão há muitas
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Eleições – Falta de Informação
CÂMARA MUNICIPAL – A vitória do PSD era esperada. A minha dúvida era saber se a diferença de vereadores seria a mesma (7/4). Parece que será. O PSD/CDS subiu a votação e o PS também, mas a diferença entre ambos é enorme. O PS tem de fazer uma forte reflexão/mudança interna. Não basta escolher um bom candidato. A crise do PS vem de longe.
FREGUESIA – Tenho de confessar a minha surpresa pelo resultado da nova e estranha freguesia denominada União das Freguesias de Vila Nova de Famalicão e Calendário. Não só o PS apresentava um bom candidato e uma boa equipa, como a escolha da candidata da coligação foi tudo menos normal, ao que consta.
domingo, 29 de setembro de 2013
Autárquicas 2013
FREGUESIAS – O facto de não haver grande perturbação neste acto eleitoral quanto à reforma das freguesias não quer dizer que ela tenha sido bem recebida. Julgo que ainda se vai falar muito deste assunto. Há muito disparate nesta fusão feita à pressa e sem critério razoável.
ANMP – Gostaria de ver a Associação Nacional de Municípios a trabalhar em novos moldes. Precisa de uma reforma. Veremos.
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Isto não se faz!
domingo, 22 de setembro de 2013
Fórum "Vila Nova de Famalicão: Planear o Futuro"
PALAVRAS INICIAIS
Mas a cultura é um mundo. Podemos falar de cultura musical, cultura cinematográfica, cultura histórica, cultura geográfica, cultura urbanística, cultura económica, cultura religiosa, cultura cívica, cultura social, cultura desportiva e também de cultura política. A cultura política é a que diz respeito ao governo da polis e ao modo de governar, ao bem comum.
Curiosamente, é uma manifestação de ignorância pensar que o futuro da nossa terra está nas mãos dos políticos. Também está. Mas não só! O futuro do nosso concelho está desde logo nas mãos da sua população activa (trabalhadores manuais ou intelectuais, empresários, artistas, criadores e muitos outros). E dos políticos também!
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P.S.: Realizam-se no próximo domingo, dia 29, as eleições locais. Eleições para os órgãos do município e para não sei quantas freguesias (até agora eram 49). Quanto ao município, que os famalicenses escolham quem tiver melhor capacidade para rasgar novos horizontes para a nossa terra, pois muito precisa. Quanto às freguesias ditas "agregadas", que escolham quem saiba devolver aos famalicenses o direito de organizar melhor a sua rede de freguesias. Não é assim que se faz uma reforma do nosso território!
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Memórias do senhor arcipreste
JOAQUIM FERNANDES – MEMÓRIAS DO SENHOR ARCIPRESTE – O livro de Artur Sá da Costa e Luís Paulo Rodrigues com o título acima é muito interessante. Tiro dele, ainda sem tempo de uma leitura mais cuidada, alguns breves excertos que têm a ver com a vida cívica de Famalicão. Monsenhor Joaquim Fernandes entrou na paróquia em 6 de Janeiro de 1946, onde se manteve até 1998.
POPULAÇÃO DE MÕES – "A população de Mões, que era formada maioritariamente por operariados e assalariados, era vista com um certo desdém por parte da população da vila. Ora, eu lutei sempre contra esta clivagem social. Até no toque do sino havia diferença. Se o defunto era de Mões tinha direito a menos badaladas e tocava-se menos (pp. 37–38).
CAMPO DA FEIRA – "Um grande erro urbanístico no campo da feira. No Notícias de Famalicão, o Padre António Guimarães, enquanto director, lutou quanto pôde contra uma decisão urbanística que estragou para sempre a grande sala de visitas de Vila Nova de Famalicão. (…) Se aquele campo da feira estivesse intacto, com toda aquela profundidade, com todas as suas casas comerciais à volta, teria uma praça (…) que seria um orgulho para todos os famalicenses e certamente um ponto de atracção turística” (pp. 114–115).
INCENDIÁRIOS – Para mim é claro que um pirómano não deve ser condenado a anos de prisão seguidos. Deve ser condenado a estar na prisão ou num barco no meio do mar ou no deserto, no período do Verão, durante um conjunto de anos adequado à gravidade do crime. Em vez de cumprir 5 anos de prisão seguidos cumpria 5 anos de prisão repartidos por 15 anos com prisão (ou outra medida equivalente) de 4 meses por cada ano em tempo de incêndios.
ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DE VILA NOVA DE FAMALICÃO – A realização de um fórum, pela Associação de Amigos da nossa terra, intitulado "Vila Nova de Famalicão: Planear o Futuro", na próxima segunda-feira, pelas 21h, vai pôr à prova o interesse dos famalicenses pelos problemas da terra. Trata-se de saber que futuro se está a preparar para o nosso concelho. Problemas não faltam. Estudo e boas ideias precisam-se. Capacidade de as concretizar ainda mais. Como disse o Monsenhor Joaquim Fernandes na apresentação do livro na passada sexta-feira, sem uma boa equipa não é possível fazer boas coisas.
(Em O Povo Famalicense, 09/09/13)domingo, 1 de setembro de 2013
Autárquicas e fogos
AUTÁRQUICAS 2013 – Há pormenores que não escapam. No Opinião Pública da semana passada sobre as autárquicas 2013 poderíamos ler notícias da candidatura de Custódio Oliveira na página 8 e da de Paulo Cunha nas páginas 4, 5, 6 e 7 (tudo com chamada de atenção na 1.ª página). E n' O Povo Famalicense podemos ler notícias de Custódio Oliveira na página 9 e de Paulo Cunha nas páginas centrais 10, 11 e ainda um pouco na 12, esta partilhada com o Bloco de Esquerda. O que significa isto? Mais actividade de um candidato do que outro?
AVENIDAS DA CIDADE – Os famalicenses atentos sabem que temos duas grandes avenidas (ainda que com 4 nomes, pelo menos) que se "cruzam" na rotunda Bernardino Machado. Uma é a Av. 25 de Abril, que vem da estação ferroviária, continua na Av. Narciso Ferreira e depois na Av. do Brasil até ao cemitério (sim, até depois do cemitério municipal!), e outra que começa na rotunda de Santo António, que é a Av. Carlos Bacelar e se prolonga pela Av. Humberto Delgado e segue (ou seguia) até à rotunda dita das Pombinhas. São vários quilómetros de vias citadinas que deviam merecer a melhor atenção em vários aspectos. Um deles é a circulação dos peões. Estas vias não podem ser – como são em vários lugares – um impedimento à circulação pedonal. Não se compreende, por exemplo, que, para atravessar a Av. Carlos Bacelar, no Parque de Sinçães, se tenha de vencer duas passagens aéreas. É preciso abrir passadeiras à superfície. Dir-me-ão que é perigoso. Direi que perigo já há em vários pontos destas avenidas e o facto de haver largos troços sem passadeiras faz com que os automóveis acelerem. Quanto menos passadeiras, mais velocidade. Estas avenidas deviam estar muito bem sinalizadas quanto ao limite de velocidade e ter passadeiras com semáforos e bem assinaladas (há passadeiras que quase não se dá por elas). Enquanto tal não suceder, estas avenidas serão circulares rodoviárias e não vias citadinas.