ESTAÇÃO DE FAMALICÃO – Quem viaja nos comboios suburbanos Braga–Porto verifica a importância da estação de Famalicão pelo movimento de passageiros, particularmente nas denominadas horas de ponta. Isto significa que devemos lutar por um cada vez melhor transporte para Braga e para o Porto e em relação a esta cidade há toda a possibilidade de reduzir o tempo de viagem para menos de 30 minutos. Bastará alargar a linha entre Ermesinde e Contumil. Há um engarrafamento em Ermesinde porque se juntam lá os comboios vindos da Linha do Minho e do Douro e a partir desta estação e até Contumil há apenas uma linha para cada lado. É preciso quadriplicar a via para que os comboios possam circular mais facilmente. São apenas 7 (sete) quilómetros!
FUTEBOL – Tenho duas atitudes opostas em relação ao futebol. Gosto de ver o F. C. de Famalicão ganhar, mas não gosto dos negócios que andam à volta do futebol. O futebol tornou-se uma indústria, mas não me parece uma indústria limpa. E é tanto mais suja quanto mais são os milhões que movimenta. Felizmente que me afasto cada vez mais deste interesse por estes desporto.
SAÚDE – Muito mais importante é a saúde e, embora esta seja um serviço público nacional (SNS), o município, ou seja, nós famalicenses, temos de trabalhar muito por ele. É obrigação nossa, através do município, lutar pelo bom funcionamento do serviço no nosso concelho, exigindo o que for justo exigir do Governo. Entretanto, à volta do Centro de Saúde do Alto da Vila escasseia o estacionamento e não devia. O mesmo sucede junto do hospital. É preciso cuidar deste aspecto e este é um assunto local, da responsabilidade do município.
AUTOMÓVEL ARRUMADO – Está estacionado – ou melhor, arrumado – há mais de um ano um automóvel na Rua Artur Cupertino de Miranda, próximo do hospital desta cidade. Os pneus estão vazios e crescem ervas à volta. É uma zona de estacionamento livre. Como se justifica uma situação destas? Se tivéssemos uma junta de freguesia nossa, no centro da cidade, não deixaria de a interpelar constantemente até que o assunto fosse resolvido por quem tem o dever de o resolver. E famalicense que se preze não deixará que esta situação se mantenha em silêncio. Aquele lugar faz falta a muita gente.
(Em Opinião Pública, 05/03/20)
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