Desde sanitas, a banheiras, sistemas de ar condicionado, colchões, garrafas e detritos provenientes de obras de construção civil foram encontrados. E podia ler-se ainda: "André Oliveira, um dos moradores que frequenta o Moinho de Vento nos seus passeios, é testemunha das novas descargas que vão ocorrendo, afirmando que todos os dias em que se desloca à zona do Moinho de Vento encontra 'novo lixo' amontoado junto aos caminhos desta área florestal que faz a ligação dentre Ribeirão e Fradelos". Sobre as horas a que ocorrem estas descargas, afirma que tanto podem ser de noite ou de dia, já que o isolamento do local proporciona o anonimato dos infractores.
Esta situação não é tolerável. Importa que a Junta de Freguesia de Ribeirão, a Câmara Municipal de Famalicão e os serviços regionais do Governo que tratam destes assuntos actuem rapidamente. E importa que todos nós, desde a imprensa aos munícipes, não abandonemos este assunto até à sua solução ou impossibilidade de solução, sabendo neste último caso as razões.
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