AVENIDA PINHEIRO BRAGA – Aliás, o que é de esperar de
uma câmara que não encontra melhor urbanização do lado nascente da Avenida Eng.º
Pinheiro Braga (antiga EN n.º 14, à
saída para Braga) senão dar licença para a construção de dois grandes armazéns
comerciais (Continente e Lidl) que só ali estão porque os interesses privados
prevaleceram sobre interesses públicos como, por exemplo, o da habitação?
Trata-se de construções sem qualquer
valor arquitectónico, meros "pavilhões", que bem poderiam estar noutro local mais
apropriado.
ECOCENTRO MÓVEL – No centro da cidade, junto da Igreja
Matriz Nova, foi colocado um ecoponto móvel, o que se saúda. Já não é de saudar
a falta de indicação do tempo em que lá vai estar, nem a falta de informação
sobre objectos que nele não se podem colocar. Nem todos sabem o que são, por
exemplo, lâmpadas halogéneas.
CAIXAS DE ELECTRICIDADE –
Chamaram-nos a atenção para a existência
em ruas da nossa cidade de caixas de electricidade que devem estar devidamente
fechadas por serem de alto perigo se indevidamente abertas. Ora, ao que parece, existem caixas dessas estroncadas e, ainda por cima, permanecem assim depois de
chamada a atenção das entidades que podem e devem agir nestes casos.
POMBOS – Eu não sabia, mas fiquei
a saber que um pombo-correio é capaz de fazer o trajecto Barcelona-Lisboa num
dia sem parar, a não ser para beber. São 900 quilómetros! Também fiquei a saber
que Famalicão é um centro columbófilo importante do nosso país. E, finalmente,
também soube que, muito recentemente, Portugal conquistou um prémio de grande
destaque no World Best Pigeon 2024, uma competição organizada pela Federação
Columbófila Internacional que premeia os melhores pombos do mundo com base nos
resultados obtidos nas provas oficiais que se realizam em cada país,
devidamente supervisionadas. Soube disso pela Rádio Antena 1 e pelo Dr.
Salvador Coutinho, que percebe de pombos como poucos.
HOTEL GARANTIA – As obras do ex-Hotel
Garantia parecem avançadas e importa que se concluam quanto antes. Ficava bem colocar
junto delas, em lugar de muito destaque, a
data prevista do fim das obras, não só para as pessoas saberem quando deixarão
de estar limitadas na sua circulação pedonal, mas também para se saber quando a cidade
ficará enriquecida com novas habitações e lojas comerciais. Já duram há muito tempo
aquelas obras!
CAMILO – Vale a pena ler e reler o
artigo do Doutor José Manuel de Oliveira sobre a obra Vinte Horas de Liteira, de Camilo Castelo Branco, publicado na semana passada neste jornal. Se ainda não
leu, vale a pena ler. E se não é assinante, vá à Biblioteca Municipal Camilo
Castelo Branco, no Parque de Sinçães, pois está lá disponível.
(Em Jornal de Famalicão, 03/04/25)
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