É PORTUGUÊS? – Entretanto, perguntei a um responsável de um estabelecimento da área que vai ser requalificada o que iria mudar naquela zona. Explicou-me o que sabia (tinha ido à sessão de apresentação), disse-me que naquela zona a prioridade ia para os peões e para as bicicletas e que os automóveis poderiam passar, mas sem prioridade em relação a pessoas e bicicletas (referia-se ao espaço junto do quiosque e dos táxis). Perguntei também se nos 11 milhões de investimento iria caber também a requalificação do mercado. Disse-me que não. Adiantei que me parecia muito dinheiro para obras que nem sequer tinham construção, salvo o quiosque e pouco mais. Disparou-me algo de que não estava à espera: "O senhor é português?" Queria ele dizer se eu não sabia como são os portugueses e acrescentou de imediato: "já sabe como funcionam as coisas em Portugal. Se esse dinheiro estivesse nas minhas mãos, o que eu faria!"
PLACARD – Perguntei à câmara municipal as condições de licenciamento dos placards publicitários que estão na cidade a difundir publicidade e só publicidade. Esperava que esses placards dessem também informação sobre actividades culturais, desportivas e outras, mas, ao que parece, não existe essa obrigação. Pagam 1.317 € por ano à Câmara e depois fazem a publicidade que entendem. É pena e não valoriza a cidade. Mas procurarei dar informação mais detalhada.
SINALIZAÇÃO – A sinalização das ruas e praças da cidade não é má. É péssima! São poucas e pequenas as placas existentes. Observem, com atenção.
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