FEIRA DE 8 DE MAIO – Há um ditado tipicamente local que diz "sol nas
Cruzes, chuva na Feira Grande". Ele usa-se em Famalicão (não sei se em
Barcelos) e quer dizer que quando há bom tempo (sol) nas Festas das
Cruzes, em Barcelos, que é uma semana antes da Feira Grande de 8 Maio, de
Famalicão, há mau tempo (chuva) nesta. Assim sucedeu neste ano de 2019.
Excelente tempo de sol nas Cruzes, chuva na Feira Grande,
principalmente na noite de 7 para 8.
SUBIDA DO FCF – A imprensa local deu muito relevo à subida do
Futebol Clube de Famalicão à primeira divisão. O Opinião Pública de 8
de Maio esteve à frente e abre com uma bela fotografia dos festejos dos
adeptos na Praça do Município e repete, com boas fotografias, nas
páginas interiores. No entanto, um pormenor: passei pela Praça do
Município às 23h do mesmo dia e não havia uma pessoa sequer no local
que estava repleto uma hora antes. Também não se ouvia barulho. Os
adeptos devem ter ido festejar para outro lado.
AGRICULTURA – No entanto, o que de mais interessante trazia o
Opinião Pública da semana passada era o suplemento da Fagricoop dedicada
à agricultura e que abria com uma entrevista com Manuel Loureiro,
presidente da cooperativa. Muito mais importante do que o futebol é a
vida agrícola e florestal do nosso concelho, que tem mais de 200 km². Precisamos de uma agricultura diversificada e bem
planeada. Devia ser tema todas as semanas na imprensa. Nem só de
indústria vive o concelho.
ANDREIA SANTOS – No suplemento da Fagricoop há um texto, que merece
ser lido, intitulado "Um acaso". Leiam, vão gostar e vão emocionar-se!
Um pormenor: "fazemos o parto e nasce... o João. Nesse dia, uma das
minhas melhores amigas, das mais resistentes que conheço, fazia anos.
Este vitelinho resistiu às mais difíceis provas, por isso dei-lhe o nome
de João, em honra da MJ".
DISCUSSÃO PÚBLICA – Ainda não tive tempo, sequer, de consultar a
documentação sobre a revitalização do centro urbano da cidade. Como já
disse, o tempo voa e o período de discussão vai terminar (já na próxima
semana), seguramente, com uma participação pública muito reduzida. E
tantos famalicenses "a matar o tempo" sentados nos cafés ou a falar de
banalidades. Ser cidadão activo dá trabalho.
(Em Opinião Pública, 09/05/19)
Sem comentários:
Enviar um comentário