REABILITAÇÃO URBANA – Já não é boa notícia a situação de abandono ou não utilização de muitos prédios na cidade. Assim sucede, desde logo, no prédio propriedade da câmara (o que é ainda mais grave) situado na Rua Adriano Pinto Basto, ao lado do Arquivo Municipal Alberto Sampaio. Outros prédios abandonados, degradados ou sem utilização situam-se na esquina da mesma Rua Adriano Pinto Basto com a Av. Narciso Ferreira (o prédio colorido), no redondo da Av. Narciso Ferreira com a Rua Alves Roçadas (que se passa?), tudo sem esquecer o prédio junto do mercado (antigos Armazéns Martinho Carneiro) e ali próximo também o prédio da ex-Residencial Francesa. E estes são apenas alguns. Era necessário ter uma lista dos prédios degradados na cidade.
CÂMARA MUNICIPAL – Não se diga que o município não pode fazer nada, porque não é verdade. Pode pôr em marcha uma política activa de reabilitação do centro urbano, pode conversar com os proprietários e pode, desde logo, dar o exemplo no prédio que lhe (nos) pertence na Rua Adriano. Para além do seu poder de influência, a câmara tem ainda instrumentos fiscais ao seu dispor e que pode utilizar.
TRANSPORTES URBANOS – Parece-me que há que dar mais informação sobre o funcionamento dos transportes urbanos no nosso concelho. Os meios de comunicação social locais têm aqui um papel a desempenhar, procurando ouvir os utentes. A ideia que fica é que as coisas não estão a correr bem. Mas não estarão mesmo? Informação, precisa-se.
VOLTAS – Um dos mais curiosos e bonitos veículos dos transportes urbanos é o Voltas, que faz o circuito urbano. Vejo-o passar na Rua Cupertino de Miranda vindo da rua Ana Plácido, vazio ou quase. Será sempre assim?
SESSÃO PÚBLICA – A sessão pública sobre a urbanização da cidade e, particularmente, da zona do tribunal está em preparação. Está pedido o auditório da Biblioteca Municipal para o dia 1 de Março de 2024 (sexta-feira) entre as 18h e as 20h. Conta-se com a presença de uma representação da câmara, com a participação dos promotores imobiliários, da ACIF, de eleitos locais, dos meios de comunicação social e dos famalicenses que desejam o melhor para a nossa cidade. Todos serão convidados. É a democracia local a funcionar.
(Artigo enviado para o jornal Opinião Pública de 21/02/24, mas não publicado)
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