QUE FAZER? – Nestas circunstâncias, que fazer? A nosso ver, preparando desde já para as eleições de 2029 duas boas listas. Dizemos duas, porque, seja qual for a que vença, o concelho ficará sempre a ganhar. De onde devem elas surgir? Tendo em conta o nosso histórico, devem surgir do PSD/CDS, ultrapassando a crise que esta coligação atravessa, e do PS, que tem de compreender que atravessa também uma crise e não pequena. Mas há ainda outra possibilidade, que é a de se constituir um movimento de independentes que ultrapasse a incapacidade dos dois principais partidos do nosso concelho para gerar o governo municipal de que precisamos.
TROTINETAS – As trotinetas constituem um perigo para quem circula nos passeios da nossa cidade. Os peões julgam que circulam em segurança e de repente elas surgem, muitas vezes com uma velocidade muito elevada que nos ultrapassam (são as mais perigosas), ou surgem na nossa frente. É preciso pôr fim a este abuso.
INCÊNDIOS RURAIS – O nosso concelho foi atingido recentemente por sérios incêndios rurais (primeira metade do mês de Julho). "Inferno de Dante", chamou-lhes Mário Martins n' O Povo Famalicense. Sobre eles falta informação. Qual a área ardida? A câmara tem esses números? Deveriam ser notícia.
FEIRA DE ARTESANATO E GASTRONOMIA – A Feira de Artesanato e Gastronomia, com despesa orçamentada de quase meio milhão de euros (a despesa efectiva será seguramente superior), é a promoção do artesanato e de restaurantes de fora do concelho. Mais um exemplo de má gestão do nosso dinheiro. Uma boa gestão apoiaria fortemente o nosso artesanato e os nossos restaurantes. E mesmo assim sobraria dinheiro para termos atracções de fora, mas nada disso. Nem apoio, nem lugar na feira! Felizmente o PS votou contra!
IMPRENSA LOCAL – O mês de Agosto é o mês do fecho para férias da imprensa local escrita. É pena. Nem um? Bem poderia haver um acordo para ser publicado pelo menos um jornal, sem prejuízo das férias. Temos de ler jornais regionais (Diário do Minho e Correio do Minho) ou nacionais (Jornal de Notícias) para sabermos notícias de Famalicão através da imprensa. Entretanto, na despedida para férias, a câmara municipal inundou de publicidade dois jornais impressos (não o Jornal de Famalicão). E a câmara continua a recusar dizer com clareza quanto gastou em 2025 com a publicidade na imprensa local. Pudera! Há despesas que é melhor esconder.
(Em Jornal de Famalicão, 30/07/26)
Sem comentários:
Enviar um comentário