quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Obras e não só…

OP FEZ FALTA – Durante o mês de Agosto e antes da pandemia, o Opinião Pública era o único jornal famalicense que se publicava no mês de férias. E bem. As notícias não vão de férias. Esperemos que futuramente volte a publicar-se. Os apontamentos que seguem foram escritos no princípio do mês. Mantemo-los com pequenas modificações. Há muito mais notícias, mas ficarão para o próximo número.

MEA CULPA – Afinal as obras do Hotel Garantia estão já licenciadas e está afixado o aviso que dá a respectiva informação. Está um pouco escondido, mas está lá. Quatro pisos acima da rua e dois abaixo, julgo. Mas não se vêem as obras, nem delas se tem falado. Merece notícia bem detalhada e mesmo uma entrevista. Podemos certamente ver uma imagem do que ali vai surgir.

PROBLEMA – Um problema sério é o facto de estarem a ser feitas em frente ao "ex-hotel" obras pelo município que vão ser seguramente danificadas quando começarem as  do prédio. Não se compreende esta falta de coordenação. Algo se passa que deveríamos saber e não sabemos.

LIDL? – Podia ser uma piada do 1.º de Abril. Ao fim de três décadas vai construir-se no prédio que fica entre o tribunal e o Parque de Sinçães mais um supermercado, diz-se. Era mesmo  um supermercado que fazia ali falta. Temos muita carência deles! Fazer cidade, fazer urbanismo de qualidade na parte norte da cidade não é preciso. Pobre da nossa terra que vai por este caminho!

OPINIIÃO   Falta opinião pública na nossa terra. Entristece ver tão pouca gente a manifestar pró ou contra posição sobre as obras no centro da cidade, na Rotunda 1.º de Maio, no extenso prédio onde ao que parece vai ficar o Lidl (não é possível reverter esse enorme erro?). Falta escrever sobre o estado dos passeios da cidade, os caminhos do concelho, a falta de atenção pela floresta e tantas, tantas, outras coisas. Sem opinião não há democracia sólida.

PROGRAMAS ELEITORAIS – Vamos ter, ao que parece, sete candidaturas aos órgãos dos municípios. Onde poderemos ler facilmente os respectivos programas eleitorais, se é que as listas os têm? Candidatura sem programa eleitoral nem ser votada merece. Não tem consideração pelos eleitores.

LOJA DO CIDADÃO – Com  um investimento tão  avultado, esperemos que funcione muito bem a Loja do Cidadão no espaço que foi do INÔ, junto aos Bombeiros Voluntários Famalicenses (entrada sul).

PRAZO CUMPRIDO  A câmara municipal anunciou que o fecho das ruas Adriano Pinto Basto e Santo António duraria provavelmente um mês. Assim aconteceu. Ao fim desse prazo (22 de Agosto, salvo erro), as ruas reabriram ao trânsito. Óptimo. Isto quer dizer que os prazos podem ser cumpridos. Deveria ser a regra.

OBRAS NO CENTRO DA CIDADE – É preciso também dizer o prazo para o fim das obras no centro da cidade. O último OP impresso dizia que era assunto que estava em avaliação. Já teremos data? Muito há a escrever sobre aquelas obras.

(Em Opinião Pública, 25/08/21)

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Assuntos vários

30 ANOS DO OPO número comemorativo dos 30 anos do Opinião Pública merece ser guardado. Ainda não tive tempo de o ler como desejo e tenho particular interesse e curiosidade em acompanhar a cronologia de acontecimentos dos últimos 30 anos do município nele relatada, ver o trabalho do Dr. Artur Sá da Costa sobre as desventuras do ensino público em Famalicão e analisar o texto da arquitecta Francisca sobre o urbanismo das últimas décadas. E este número especial tem ainda mais que ler.

PRÉDIO INÚTIL – Na esquina da Rua Adriano Pinto Basto com a Av. Narciso Ferreira, antiga estrada nacional para Guimarães, estando lá colocada uma placa que tem valor patrimonial e indica "Guimarães – 22" (km), existe um edifício inútil desde que um incêndio há alguns anos lhe tirou a vida. Lá funcionava o restaurante Sete Velhos e outros estabelecimentos e, agora, apenas chama a atenção uma decoração que não esconde a inutilidade. Para quando dar vida àquele edifício? O que se passa com ele? Os jornais não servem também para dar notícia disto?

PRÉDIO IMPONENTE – Bem junto do prédio inútil está o prédio do século XIX mais imponente e bonito da cidade. É o Museu Bernardino Machado na Rua Adriano. Pena é que continue ocupado uma parte dele por uma seguradora que já deveria ter saído dali há muito tempo. Acresce o pouco cuidado e a má conservação que ele tem merecido com a recente queda de azulejos, sem uma intervenção reparadora à vista.

PRÉDIO DA VERGONHA – O prédio onde esteve instalado o Hotel Garantia envergonha todos os famalicenses. Ainda por cima estão a fazer-se junto dele obras de rua que não eram tão necessárias quanto a reabilitação daquele prédio. Dizem que vai entrar em obras. Mas nem sequer uma informação está lá exposta, como manda a lei.

OBRAS – Gostaria que a nossa imprensa nos informasse sobre quando vão estar prontas as obras do centro da cidade (e, já agora, da Rotunda 1.º de Maio). E, ao mesmo tempo, se está a haver derrapagem no prazo e nos custos. E, se pudessem, colocassem umas imagens de como vão ficar os locais das obras. Essas imagens devem estar em algum lado.

ÁRVORES – E quantas árvores vão ser plantadas na antiga Estrada Nacional n.º 14 entre a Confeitaria Moderna e a Pichelaria Mouzinho? Uma mísera dezena? E raquíticas? Que bom será estar enganado!

GUARDA-RIOS – Começa a falar-se em restaurar a figura dos guarda-rios. Também os defendo. Famalicão vai levar a sério a defesa dos seus cursos de água? O ambiente assim o exige e, pelo que sei, é essa a intenção. Mas não basta o nosso município. Este é um problema de âmbito mais vasto. É um claro problema supramunicipal.

quarta-feira, 21 de julho de 2021

Cidadãos menores

Estão a decorrer há largos meses (quantos?) importantes obras no centro da cidade, removendo e substituindo pavimentos de praças, ruas e passeios e as pessoas conversam e perguntam: como vai ficar isto? As pessoas vêem, desde há algumas semanas, pouca gente a trabalhar nessas obras e perguntam: o que se passa?

No dia 16 de Julho de 2021, os famalicenses souberam, pela informação digital diária da comunicação social local, que toda a rua de Santo António e parte da Rua Adriano Pinto Basto vão ser fechadas ao trânsito "previsivelmente" por 30 dias por causa das obras do centro da cidade e perguntam: o que motiva esse encerramento em concreto? E será mesmo por 30 dias? As perguntas são muitas e as pessoas põem-se a adivinhar, tentando obter respostas para as perguntas que fazem, esquecendo-se ou ignorando que têm direito a ser devidamente informadas pela câmara.

Numa democracia local sólida, as obras que estão a decorrer no centro urbano seriam acompanhadas de informação detalhada. Haveria junto delas painéis com desenhos e textos explicativos que permitiriam ver facilmente o resultado das obras e o seu custo. Também seria explicado o menor ritmo delas nas últimas semanas. E o fecho das ruas seria igualmente objecto de explicação, dizendo-se porque é necessário fechá-las e porquê o prazo de 30 dias. Para estas e outras informações haveria também um número de telefone ou telemóvel de atendimento directo e rápido, largamente divulgado. Tal não sucede porque os famalicenses aceitam ser tratados como cidadãos menores e assim continuarão a ser tratados se tivermos em conta o silêncio, nomeadamente da oposição ou oposições. A debilidade da nossa democracia local está assim bem à vista!

quarta-feira, 14 de julho de 2021

OP: um jornal ao serviço de Famalicão em liberdade

Não é possível falar do Opinião Pública (OP) sem falar de Feliz Pereira. A ele se deve não só a criação deste jornal, como a preocupação de que ele constituísse um projecto empresarial e não um projecto político ou baseado em apoios externos politicamente interessados. Para afastar tais tentações, Feliz Pereira teve o cuidado de convidar para a sociedade Editave pessoas de diferentes correntes políticas e outras sem quaisquer ligações dessa natureza. Para a direcção do jornal foi buscar gente muito nova, também sem conotação política conhecida. Assim se fundou um jornal que ainda hoje perdura e que se quer manter fiel aos princípios que o geraram.

Para perceber a novidade que constituiu o Opinião Pública em 1991, importa fazer uma brevíssima história da nossa imprensa. Ao chegar a Revolução de Abril de 1974, publicavam-se em Famalicão três semanários: o Jornal de Famalicão (o jornal do Rebelo, como era conhecido, e que tinha como director Francisco Rebelo Mesquita); o Estrela da Manhã, antigo Estrela do Minho, conhecido por jornal do Casimiro (era director José Casimiro da Silva); e o Notícias de Famalicão, o jornal da Igreja, conhecido por jornal dos padres, e de que era director o Pe. António Guimarães. Era uma imprensa limitada na liberdade de informação e opinião. Destes só perdura, honra lhe seja feita, o Jornal de Famalicão.

O primeiro jornal a exprimir as ideias do novo regime surgiu em 1976, fundado pelo ilustre advogado Joaquim da Silva Loureiro, seu proprietário e director. Embora com sede em Famalicão, procurava ter uma dimensão regional. Durou poucos anos.

Em 1982, surgiu, ligado a uma associação cultural, o quinzenário Vila Nova, já mais centrado no concelho e que foi gerado também no velho escritório do Dr. Joaquim Loureiro (bem próximo do actual). Pese a declaração formal de independência, foi considerado um jornal próximo do Partido Socialista. Durou quase duas décadas.

Em 1985 surgiu A Voz de Famalicão situado ainda mais à esquerda, para alguns próximo do Partido Comunista Português, de que foi director o advogado Dr. Gouveia Ferreira, de quem os famalicenses guardam boa memória, e que mais tarde passou a colaborar regularmente no Opinião Pública. Durou alguns anos.

Em 1986 surge o semanário Cidade Hoje, dirigido inicialmente por Maria de Lurdes Dinis, considerado ligado ao Partido Social Democrata e ao Centro Democrático Social e que ainda hoje perdura.

Em 1991 surge o Opinião Pública, a que dedicaremos ainda particular atenção por razões do 30.º aniversário.

Em 1999, surge finalmente o Povo Famalicense, o primeiro jornal local de informação gratuito, surgido no país, fruto da iniciativa individual de Joaquim Ribeiro e Filomena Lamego, que ainda se publica.

Tive a boa ideia de guardar a colecção dos primeiros anos do OP devidamente encadernada e ela é preciosa para conhecer a vida do jornal e o nosso concelho na década de 90 do século passado. Bem gostaria, se tempo e espaço tivesse, de escrever sobre a sessão de apresentação do jornal "nascido a 17 de Julho", no Hotel Moutados, documentada por largas dezenas de fotografias e sobre a riqueza de opinião dos primeiros tempos da sua publicação, dirigida por Luís Paulo Rodrigues e Alexandrino Cosme. Espero ter a possibilidade de dizer algo sobre isso, porque bem merece.

Nos dias de hoje, o OP, que faz parte de um grupo empresarial na área da comunicação social que abrange também a rádio e a televisão, tem muito a ganhar se folhear essas páginas fundadoras para continuar a ser, como é, um jornal que tem, no âmbito local e regional, um lugar de primeiro plano.

E importa não esquecer que a imprensa profissional, livre e independente é essencial para a consolidação da democracia local e para o enriquecimento do nosso concelho.

(Em Opinião Pública, 14/07/21)

As listas têm de ser apresentadas até 2 de Agosto de 2021

HOSPITAL – A ideia, lançada pelo PS, de erguer em Famalicão um grande hospital é boa, mas muito difícil de concretizar. Não deve ser abandonada, importa ver o acolhimento que tem entre os famalicenses para lutar por ela, pois a decisão final cabe ao poder central. 

OBESIDADE – Entretanto, a saúde é um bom tema de campanha, pois é um bem que muito interessa aos munícipes. Bem podemos e devemos ter políticas municipais de saúde complementares das políticas do Governo. Nada impede que um município se dedique, por exemplo, a cuidar da prevenção da obesidade, um problema que tanto nos afecta. Uma política de prevenção devidamente elaborada que deve fazer-se nas escolas, nas cantinas, nos restaurantes, nos jornais com a preocupação de fazer com que esse problema seja menor no nosso concelho do que na generalidade do país.

ÁGUA – E nada impede que o nosso município tenha, por exemplo, uma política de melhoramento da qualidade da água, levando os famalicenses a consumir água da canalização e não comprar água em garrafas e garrafões de plástico, que tanto lixo provocam. Isso implica convencer os munícipes que a água que chega tratada a nossas casas é boa para beber e as pessoas só se convencerão disso quando a água não saiba a cloro e quando tenham confiança na qualidade da mesma.

AMBIENTE – Este exemplo da água leva-nos para os problemas do ambiente e para a atenção que a lista do PSD/CDS parece colocar em primeiro plano a este domínio. A lista "Mais Acção, Mais Famalicão", na apresentação do seu candidato a presidente de câmara, colocou em primeiro lugar da agenda "Famalicão Ecológico". Será que vamos assistir a uma campanha em que as duas listas principais  colocam, em primeiro lugar, uma o problema da saúde e outra, o problema do ambiente? Seria interessante.

PROGRAMAS ELEITORAIS – Mas isso só se verá quando forem anunciados os programas devidamente elaborados destas e também das restantes listas. Serão eles devidamente publicitados em páginas web das candidaturas? Ou os programas e correspondente assunção de responsabilidades serão menosprezados?

PRAZO DE APRESENTAÇÃO DAS LISTAS  O tempo corre e as listas de candidatos têm de ser apresentadas até 2 de Agosto no tribunal competente. São apenas vinte dias de prazo a exigir muito trabalho.

ASSEMBLEIA MUNICIPAL – Para além da importante escolha dos vereadores, importa que as listas não esqueçam as assembleias municipais. Quem não perceber a importância das assembleias municipais como o órgão que toma as principais deliberações e fiscaliza a acção da câmara, ainda não percebeu o que significa a democracia local. Exigem-se membros da assembleia municipal que não só gostem do nosso concelho, como possuam competências técnicas em diversos âmbitos, como o urbanismo, a contabilidade, a educação, a saúde, a rede viária, o transporte e tantos outros domínios de interesse municipal.

(Em Opinião Pública, 14/07/21)

quinta-feira, 8 de julho de 2021

As eleições são a 26 de setembro de 2021

BOA ORGANIZAÇÃO – Estivemos no centro de vacinação de Famalicão, em São Cosme do Vale, no dia 3 de Julho de 2021 da parte de tarde e observámos uma excelente organização. Muita gente, mas tudo a correr rapidamente e sem atrasos. Serviços de saúde do Governo e município estão de parabéns. Dizem-me, no entanto, que nem todos os dias são assim.

INQUÉRITO – Não se pode esquecer, entretanto, que ainda está por publicar o inquérito à perda de 5000 vacinas por falta de energia elétrica. É assim tão difícil fazê-lo?

CALÇADA PORTUGUESA – Devemos defender a calçada portuguesa que ainda resta nos passeios do centro da cidade. Importa cuidar dela por trabalhadores competentes. Foi um erro destruir a calçada existente na praça Dona Maria II, nomeadamente na rua a poente (a da Farmácia Central).

CANDIDATURAS – A diferença entre uma candidatura numa página web e numa página do Facebook é a diferença que existe entre quem tem a possibilidade de nos receber numa vivenda ou um excelente apartamento e nos recebe num minúsculo apartamento.

ALMA Li a revista Alma, edição à venda do jornal Público, dedicada a Famalicão. Famalicense que preze a sua terra tem o dever de a ler. Destaco, entre outros, os textos sobre os rios e demais cursos de água do concelho e o texto sobre a pateira de Fradelos. Mas tem muito mais conteúdo e para todos os gostos. É uma revista que deve chegar às escolas e às bibliotecas do concelho.

ELEIÇÕES – A imprensa local está a dar atenção às eleições locais de 26 de Setembro de 2021. A notícia desta semana é a construção de um hospital novo lançada pela candidatura do PS. Merece uma referência detalhada que tencionamos fazer.

quarta-feira, 30 de junho de 2021

Os serviços de fiscalização da câmara agiram!

Ainda há pouco mais de um mês (princípios de Maio de 2021) escrevíamos na edição impressa do Opinião Pública:

"A qualidade do urbanismo da nossa cidade vai ser posta à prova no projecto de edificação, situado na esquina da Rua Conselheiro Santos Viegas (a seguir ao Supermercado Bandeirinha) com a Rua Ana Plácido (rua com placa indicativa apagada), que está a ser apreciado pelos serviços de urbanismo. Tem um anúncio lá colocado que identifica o processo que está em curso e que apenas por falta de tempo e dificuldade em consultar não me permite dar mais detalhes.

Trata-se da transformação de uma vivenda (já demolida e que há décadas foi padaria da família Varela) para um prédio que deverá compatibilizar o interesse privado do actual proprietário com o interesse da protecção do espaço público e da estética urbana. Não parece ser uma tarefa fácil, principalmente se o município quiser defender o interesse público, como lhe compete. A experiência tem-nos dito que o interesse privado consegue quase sempre levar a melhor na balança dos interesses.

Num país com regras de urbanismo mais avançadas e democráticas, os vizinhos desta obra seriam convocados para uma reunião presencial (ou via Zoom, dada a pandemia) com a finalidade de serem informados e darem a sua opinião. Lá chegaremos com o aprofundamento da democracia local".

Estávamos longe de imaginar a evolução que este assunto teve desde então. No dia 23 de Junho de 2021, mantendo-se o aviso de que o licenciamento das obras estava em apreciação, uma brigada de trabalhadores de uma empresa privada tratou, sem qualquer aviso, de vedar o prédio com uma robusta vedação de chapa e troncos de madeira, invadindo o passeio do lado nascente da rua Santos Viegas, retirando um sinal de stop do lugar próprio, ocupando o passeio do lado sul da Rua Ana Plácido e obrigando mesmo os peões a circular pela faixa de rodagem desta rua. O aviso ficou coberto e não é possível lê-lo. Esta vedação é ilegal e por isso deveria ser impedida a tempo e tempo houve para os serviços de fiscalização da câmara agirem.

Os vizinhos e interessados reagiram e manifestaram o seu descontentamento junto da câmara municipal e hoje de manhã (dia 29 de Junho de 2021), os serviços de fiscalização da câmara agiram da forma que se impunha. Retiraram toda aquela vedação e repuseram a legalidade, restituindo ao mesmo tempo o direito dos peões de utilizar o passeio, quer da Rua Santos Viegas, quer da Rua Ana Plácido.

(Em Opinião Pública, 30/06/21)