quarta-feira, 27 de abril de 2022

Opinião Pública e FamaTV

FAMATV – O Opinião Pública (OP) da semana passada (21 a 27/04/22) dedicava um suplemento aos 15 anos da FamaTV. Fiquei a saber coisas que desconhecia sobre a televisão de Famalicão, o importante papel de Arcindo Guimarães e notícias do muito discreto, mas atento,  Feliz Pereira, que esteve na origem de tudo. Cristina Azevedo comprometia-se com o "dever de informar com rigor e credibilidade" e com a defesa da opinião plural.

OP e TV – No dia 22, ao fim do dia, vi as vantagens da FamaTV. Recebi, por email, do OP informação sobre a aprovação por maioria do "plano de urbanização" (unidade de execução) da zona adjacente ao tribunal, acompanhada de uma janela para a FamaTV com imagem e áudio. Pude ver e ouvir a opinião da maioria (Mário Passos) e da minoria (Augusta Santos), num trabalho de Cristina Azevedo. É assim que se faz informação, ouvindo uma e outra parte.

UNIDADE DE EXECUÇÃO DO TRIBUNAL – Gostaria de ver uma gravura ou desenho na página do município que nos desse ideia do que está, neste momento, ali aprovado. Precisamos de muita mais informação e opinião. E se o que foi aprovado é mau, é preciso combatê-lo para bem da cidade. A oposição pode e deve fazer o seu trabalho e reclamar se não tiver condições para o fazer. Por exemplo, se lhe for negada informação. Este não é um assunto encerrado. O projecto inicial que foi mostrado não merecia aprovação e não sei em que medida foi modificado.

MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL LOCAIS – Os meios de comunicação social têm no município uma fonte de receita que é da maior importância para a sua sobrevivência com dignidade. Ela deve ser distribuída por todos com equidade, tendo em conta as características de cada um dos nossos meios de comunicação locais (jornais, rádios e TV). Pedi, a este propósito, informação que ainda não me foi dada. Darei publicidade sobre isso.

DEMOCRACIA LOCAL – Quando uma crítica, dura ou mesmo injusta, aos titulares do poder local de um município ou freguesia publicada nos órgãos de comunicação social der lugar a pressões directas ou indirectas ou retaliações sobre o meio de comunicação social onde ela foi feita, ainda não está consolidada a democracia local nesse município ou freguesia. Esses titulares não sabem o que é a democracia. Comparem a facilidade com que se fazem fortíssimas críticas ao governo central (até pedidos de demissão) que as aguenta como deve e a perturbação que causa uma crítica a nível local. Frequentemente num jornal local pode dizer-se tudo e mais alguma coisa do governo do país que está longe, mas criticar o governo local, isso é muito arriscado.

SUGESTÕES, RECLAMAÇÕES E ELOGIOS – O site do município tem um espaço que permite aos famalicenses exprimir o que pensam. Já o utilizei, mas continuo à espera de resposta a várias perguntas.

METRO – Também no OP da semana passada era dada notícia destacada da vontade dos municípios de Famalicão, Barcelos, Guimarães e Braga de ter uma ligação por metro. Devo dizer que precisava de muito mais informação para ter uma opinião fundamentada. A notícia era muito escassa.

25 DE ABRIL DE 2022 – Costumo estar presente na abertura das cerimónias do 25 de Abril com o içar da bandeira e o toque do hino nacional pela nossa banda de música. Os cravos não faltam. Desta vez, estive fora do concelho, com muita pena.

(Em Opinião Pública, 27/04/22)

quarta-feira, 20 de abril de 2022

Rio Este

LUZIA PINTO DA SILVA – É autora do livro O Encanamento do Rio Este e o Regadio das Veigas de Nine nos Séculos XVIII e XIX (Edições Humus, com sede em Ribeirão, V.N. de Famalicão), que já adquiri e comecei a ler. Vale a pena! Merece uma nova apresentação em Famalicão, ainda que pela internet.

NINE – As freguesias do nosso concelho estão cada vez mais urbanas (para o bem e para o mal). Nine é exemplo disso. A zona junto da igreja está bonita; importa não a estragar. E que o restaurante (Reza a História) que lá existe continue com a qualidade que ouvimos dizer que tem.

JORGE MOREIRA DA SILVA – Era interessante ver dois famalicenses à frente de dois partidos fundadores da democracia em Portugal. Depois de Nuno Melo (CDS), Jorge Moreira da Silva (PSD).

EVOLUIR OEIRAS – O movimento cívico Evoluir Oeiras vai promover hoje, dia 20/04/22, pelas 19h, uma conversa que tem como ponto de partida Democracia Local vs. Poder Local e para a qual fui convidado. Pode ser seguida aqui

OEIRAS – O município de Oeiras tem uma página própria da assembleia municipal da inteira responsabilidade desta e na qual os diversos grupos municipais metem os conteúdos que entendem. Todos os municípios deveriam ter uma página sob a responsabilidade da assembleia municipal devidamente integrada na página oficial do município. Assim, a página de cada município teria uma parte sob a responsabilidade da câmara municipal e outra parte sob a responsabilidade da assembleia municipal. E em ambas os cidadãos teriam o direito de participar. A democracia está sempre em aperfeiçoamento.

FAMALICÃO – A página do município de Famalicão tem o endereço da câmara municipal (cm-vnfamalicao.pt) e dedica muito pouco espaço à assembleia. Tem muito caminho democrático a percorrer.

VASOS – Não bastavam os bancos negros colocados ao longo da Eira no centro da cidade. Agora colocaram lá uns vasos igualmente inestéticos no cotovelo da Rua Adriano Pinto Basto com a Rua de Santo António e mais abaixo junto da Pichelaria Mouzinho (outro cotovelo).

UCRÂNIA – Como podemos estar tranquilos aqui neste canto da Europa enquanto o povo da Ucrânia sofre os horrores de uma guerra que teima em perdurar (a caminho de dois meses), não parecendo ter fim à vista?

(Em Opinião Pública, 20/04/22)

quarta-feira, 13 de abril de 2022

Informação e opinião

INFORMAÇÃO – A informação faz-nos muita falta, nomeadamente para ter uma opinião segura. A informação sobre o nosso concelho está nas mãos dos órgãos e serviços do nosso município. Se estes não informam devidamente não só não cumprem o seu dever, como são responsáveis por informações ou opiniões não fundamentadas.

OBRAS NO CENTRO DA CIDADE – A derrapagem no prazo e no preço das obras do centro da cidade precisa de uma atenção maior do que a que lhe tem sido dada. Agora o fim das obras está anunciado para mais 50 dias. Vou colocar aqui 30 de Junho de 2022 para verificar se é desta.

PALA – A pala que precisa de escoras para se sustentar está a tornar-se motivo de comentários que não deixam bem nem a câmara, nem os técnicos, e nem mesmo o empreiteiro. Na minha opinião, o melhor é mesmo desistir dela e arranjar uma solução melhor. Com a configuração actual mais parece um muro a separar a parte nascente da parte poente da praça.

SUBSOLO – Dizer que se avançou para estas obras sem saber o que estava no subsolo é confessar que não houve cuidado na preparação das mesmas. A história do “aqueduto” não está bem explicada. E já agora: será que desta vez ficará um cadastro do subsolo bem feito?

EDUARDO OLIVEIRA  A abertura de um gabinete no centro da cidade por parte do deputado e vereador do Partido Socialista (PS) Eduardo Oliveira é uma boa notícia. Pena é que seja na sede do PS (junto aos CTT), mas compreende-se, por razões financeiras. Veremos se esta proximidade do eleito aos eleitores resulta e como resulta.

BANCOS  O que não resulta bem são os bancos colocados no centro da cidade. São um lugar bom para descansar, mas sem encosto são um convite para uma queda perigosa de quem neles se sentar, principalmente se tivermos em conta que serão pessoas de mais idade as que naturalmente os utilizarão. Aqueles bancos são maus do ponto de vista estético e funcional.

ENCANAMENTO DO RIO ESTE – Sempre me interessou o tema do encanamento do Rio Este nos limites do nosso concelho com o de Barcelos (na altura, ainda não existia o nosso concelho). A publicação de um livro sobre a matéria aumentou a minha curiosidade. Tentarei adquiri-lo logo que possível. Obrigado, Dr. Mário Martins, pela informação!

UCRÂNIA – É claro que vamos ter tempo de austeridade e tanto maior quanto mais durar a guerra na Ucrânia. A guerra traz sempre destruição.

(Em Opinião Pública, 13/04/22)

quarta-feira, 6 de abril de 2022

Derrapagens

PLANO ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO – Li na imprensa local da semana passada (30/03/22) notícia sobre a elaboração do Plano Estratégico do Município 2022–2030 – Famalicão.30 e esperava que a página oficial do município me desse mais informação sobre esse assunto, com destaque em primeira página. Tal não sucede e é pena. A participação dos famalicenses só será assegurada se houver mesmo vontade de que tal aconteça.

SUGESTÕES, RECLAMAÇÕES E ELOGIOS – A página oficial do município tem um espaço para "sugestões, reclamações e elogios" de fácil acesso e isso merece elogio. Poderá ser um bom espaço de participação e debate, desde que o município assim o permita. Basta que as sugestões, reclamações e elogios estejam disponíveis para leitura dos famalicenses, sempre que estes tal desejem. Fomentar a participação e o debate é dever de todos nós (eleitores e eleitos)

DERRAPAGEM NO PRAZO E NAS DESPESAS – A imprensa local noticiava também na semana passada que as "obras de renovação do centro da cidade sofrem novo revés e ficam mais caras" (Opinião Pública). Esperava notícia mais detalhada na página oficial do município, mas não encontrei. Admito erro meu na procura. De qualquer modo, este é um tema que deve ser devidamente tratado na comunicação social. Temos o direito de saber o que se passou, e está a passar, detalhadamente. Não basta atribuir as culpas a um inesperado "aqueduto". É nestes momentos que se vê a força ou a fraqueza da oposição.

GRADES – O Museu Bernardino Machado viu-se livre há pouco tempo de um inquilino particular indesejado, pois impedia a plena utilização daquele belo prédio municipal. Problema agora são as grades colocadas no passeio para proteger as pessoas que ali circulam. É necessário dar informação completa sobre o problema existente e sobre o tempo necessário para o resolver.

GONDIFELOS, CAVALÕES E OUTIZ – Não é apenas nestas freguesias que é preciso rever a reforma das freguesias de 2013 no nosso concelho. Há outras uniões forçadas que devem ser desfeitas para bem das freguesias que as integram. Para isso é preciso passar à acção e as freguesias acima deram exemplo.

RIBEIRÃO – "Junta de Ribeirão já tem executivo, depois de meses de impasse" (Opinião Pública, 30/03/22). Seis meses para formar uma junta é muito tempo. Veremos a solidez do acordo feito. A lei que ainda regula esta matéria (Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro) está mal feita, precisando de ser modificada.

(Em Opinião Pública, 06/04/22)

quarta-feira, 30 de março de 2022

Placas toponímicas, passeios e ambiente

PLACAS TOPONÍMICAS – Impressiona a falta de cuidado das nossas freguesias, especialmente as urbanas, no que diz respeito à colocação de placas com o nome das suas ruas, praças e avenidas, tarefa que lhes cabe (artigo 16.º, n.º 1, alínea dd), da Lei n.º 75/2013, de 12 de Setembro). Elas deviam ser bem visíveis ao longe (e não minúsculas, como em regra são, quando existem) e colocadas no princípio e no fim das ruas, praças e avenidas. Também deviam existir nas rotundas e nos cruzamentos das ruas mais longas. Estejam os leitores atentos e verão como faltam, na cidade e não só, tão úteis placas.

PASSEIOS – Os passeios da nossa cidade, apesar de mal cuidados, são muito curiosos. Até ao empedramento e eliminação de passeios da Praça D. Maria II (melhor, das ruas adjacentes ao antigo campo da feira),  a calçada portuguesa cobria quase toda a cidade, mas nem toda, nem da mesma forma. Assim, enquanto ainda há passeios com uma verdadeira calçada portuguesa com pedras de calcário branco e desenhos da mesma pedra pretos, ultimamente surgem apenas passeios de pedras brancas. Ver, por exemplo, a Rua Manuel Pinto de Sousa.

DISTRIBUIÇÃO DE ÁRVORES – O resumo diário do Opinião Pública de segunda-feira, dia 28, informava: "Os famalicenses responderam em massa a mais uma campanha de adopção de árvores promovida pelo município de Famalicão, no âmbito do projecto '30 mil árvores até 2030'". A iniciativa decorreu no passado sábado, na Praça – Mercado Municipal, inserida nas comemorações do Dia Internacional da Floresta. Ao todo, os famalicenses levaram para casa cerca de 1700 árvores e arbustos autóctones de 11 espécies diferentes: alecrim rasteiro, amendoeira, cerejeira, macieira, marmeleiro, medronheiro, oliveira, pereira, tomilho e tomilho limão. Dois comentários:
1) Pude verificar esta procura: a fila de pessoas, no sábado à tarde, percorria todo o interior do mercado, subia as escadas e dava a volta até à rua do Ferrador.
2) Será que os arbustos são árvores? Quantas árvores foram efectivamente distribuídas?

AMBIENTE – A autarquia famalicense viu aprovada uma candidatura, no valor de 1,2 milhões de euros, para a recuperação e valorização hidrográfica da Bacia do Ave, nomeadamente dos rios Ave, Pelhe, Guisande e do ribeiro de Beleco, em Ribeirão. A intervenção abrange uma extensão total de cerca de 20 quilómetros, atravessando zonas agrícolas/florestais e aglomerados urbanos, com incidência nas freguesias de Ribeirão, Fradelos, Lousado, U.F. de Vila Nova de Famalicão e Calendário, U.F. de Esmeriz e Cabeçudos e U.F. de Arnoso e Sezures. O projecto prevê a renaturalização de ribeiras em espaço urbano, sobretudo com a estabilização do seu leito; a estabilização das margens e a beneficiação de habitat para espécies ribeirinhas em domínio hídrico; a melhoria das condições de escoamento e desobstrução da rede hidrográfica; a mitigação dos efeitos das cheias; a reabilitação de infraestruturas degradadas, a contenção de espécies invasoras e o reforço dos sistemas de monitorização da qualidade da água. Boa notícia para acompanhar desde o início, assim haja informação.

PAZ NA UCRÂNIA – A paz é possível!

(Em Opinião Pública, 30/03/22)

quarta-feira, 23 de março de 2022

Território, tertúlias e paz

EXPOSIÇÃO – Tive a oportunidade de visitar, na Casa do Território, ainda que rapidamente, a Exposição "Naturalmente Famalicão – Cronologia de uma Paisagem", que procura percorrer 6.000 anos do território do nosso concelho. Vale a pena a visita, que tem, como coordenador científico, o ecólogo Dr. Vasco Flores Cruz.

DATAS – Algumas datas indicadas ao longo de 6.000 anos merecem devida atenção histórica: assim, a data de 1410 (perda da autonomia administrativa) e 1835 (criação do concelho). São datas, pelo menos, discutíveis.

TERRITÓRIO – Por um mapa que acompanha a exposição, pode verificar-se que dos cerca de 200 km² do nosso município, 70 km² constitui espaço florestal; 60 km², espaço urbano (em sentido amplo) e 70 km², espaço agrícola. Trata-se, claro, de números aproximados, mas que têm todo o interesse. Faz todo o sentido ordenar bem toda a área concelhia e valorizar, especialmente, o território agrícola e florestal.

SESSÃO – A Associação Famalicão em Transição vai organizar, no dia 26 de Março de 2022 (sábado), uma visita, seguida de debate, a esta exposição. Esta associação, da qual tomei conhecimento há pouco tempo, foi fundada em 25 de Agosto de 2016 e tem como fins, entre outros, "mudar progressivamente os comportamentos no sentido de uma vida mais sustentável e em sintonia com a natureza e a comunidade" (artigo 2.º dos Estatutos). Merece toda a atenção.

TERTÚLIAS – Famalicão não tem uma vida associativa cívica muito relevante, mas, apesar disso, existem tertúlias informais e pena é que delas não haja notícia mais detalhada. Aponto duas: a tertúlia que reúne no Café São Paulo (Rua Ana Plácido) e outra de que faz parte o Dr. Mário Martins e antigos presidentes de junta que também reúne (ou reunia) regularmente. São formas de encontro entre pessoas para falar de assuntos locais e nacionais. Fazem falta e, aligeirado o tempo de pandemia e com melhor tempo atmosférico, será bom ouvir falar delas.

PAZ – Enquanto durar esta guerra, na Europa, não deixarei de escrever pela Paz. O Opinião Pública digital, no resumo diário de segunda-feira, dia 21 de março de 2022, informava: "Crianças do Colégio Mundos de Vida pedem paz para a Ucrânia nas ruas de Famalicão". Bem fizeram estas crianças e Famalicão deveria organizar uma manifestação, reunindo muita gente de todas as idades, pois o horror da guerra está aqui bem perto de nós.

INFORMAÇÃO – Aguardo informações sobre assuntos locais da câmara municipal para delas dar notícia e comentário.

(Em Opinião Pública, 23/03/22)

quarta-feira, 16 de março de 2022

Informação, cidade e transportes

INFORMAÇÃO DIÁRIA – Recebo, ao fim do dia, informação diária online do Opinião Pública e do Cidade Hoje que leio com atenção. Interessa-me mais, como é óbvio, a informação local, pois a nacional chega-me mais facilmente por outros meios. O OP envia também opinião, "Praça Pública". É um bom trabalho este e desejo que a informação local seja cada vez mais ampla.

APOIO À IMPRENSA LOCAL – O município apoia os órgãos de comunicação social locais e faz bem. Importa que apoie, nomeadamente, os jornais e com equidade. Não é difícil. Basta prestar contas do apoio dado nos últimos anos e dos seus fundamentos. Precisa-se de números, não de palavras. Tenciono pedi-los.

PASSEIOS DA CIDADE E SEGURANÇA – Os passeios da cidade, que deveriam ser a segurança dos cidadãos de todas as idades, estão cada vez mais cheios de perigos. Já não me refiro aos buracos, aos desnivelamentos do piso e aos postes e pilaretes neles colocados. Preocupam-me as bicicletas e trotinetes que por eles circulam, cada vez mais, com todo o à-vontade e velocidade. Preocupam-me também – e procuro afastar, sempre que possível – as cascas de laranja, as flores das japoneiras e outros perigos que por incúria nossa ou do município põem em risco a nossa segurança.

CASA DO TERRITÓRIO – Está aberta, embora com um horário relativamente limitado, uma exposição permanente da evolução do nosso território, desde há 6.000 anos, na Casa do Território. Ainda não a visitei. Estou curioso. Espero dar notícias.

REDE DE TRANSPORTES DA ÁREA METROPOLITANA DO PORTO (AMP) – Famalicão quer beneficiar da rede de transportes da AMP. Pena é que não se junte a Braga para reivindicar os benefícios de uma rede de transportes que integre Porto e Braga.

COMBOIO FAMALICÃOPORTO – A viagem de comboio urbano de Famalicão para Braga é rápida. Faz-se em pouco mais de 15 minutos. De Famalicão para o Porto já não é. Porquê? Porque ainda não se alargou a linha entre Ermesinde e Contumil (cerca de 7 km). O estrangulamento de Ermesinde determina que a viagem, mesmo em comboio urbano rápido,  demore mais de 40 minutos. O município de Famalicão tem de agir. Tem de protestar juntamente com outros vizinhos enquanto não se resolve este problema. Entretanto, a cidade do Porto é perfurada no seu centro para alargar o metro até Gaia com nova ponte. São milhões e milhões de euros. Para isso há dinheiro.

JORGE REIS-SÁ – O escritor famalicense Jorge Reis-Sá publicou recentemente um pequeno livro intitulado Campo dos Bargos – O Futebol ou a Recuperação Semanal da Infância, que merece leitura atenta. Está à venda na Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), nas livrarias e no Pingo Doce por um preço muito baixo (menos de 5 euros). Estou a ler com muito interesse.

PAZ – Enquanto a guerra na Ucrânia não acabar, não podemos dormir descansados. Todos devemos trabalhar pela Paz e pela ajuda aos que sofrem os horrores da guerra. Perante a guerra quase todos os outros males são relativos. 

(Em Opinião Pública, 16/03/22)